quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Crescer na adversidade


 
Eu sinto-me ambígua, isto é, um misto de felicidade com um travo de tristeza.

Sinto-me feliz porque o blog NIZIN teve no mês de Novembro o maior número de visitas, desde da sua criação, ultrapassando as 1000 visualizações mensais.

A todos aqueles que contribuiram para este número, agradeço-vos do fundo do meu coração.

Vou continuar a trabalhar no sentido de merecer a vossa atenção e consideração.

Mas por outro lado, sinto-me triste.

Como alguém disse, "quando o aluno está pronto, o mestre aparece". 

Quando estamos prontos para viver uma situação, as oportunidades são visíveis à nossa percepção.

Na minha opinião, tudo tem um tempo para nascer, crescer e morrer.

Não vale a pena apressar as coisas, pois elas acontecem quando têm de acontecer. 

E mais importante do que chegar à meta, é saborear o caminho escolhido para percorrer até lá.


A vida é difícil. (...) Quando sabemos verdadeiramente que a vida é difícil -- quando o compreendemos e aceitamos verdadeiramente -- a vida deixa de ser difícil. Porque assim que é aceite, o facto de a vida ser difícil deixa de ter importância.

A vida é uma série de problemas.

No entanto, é nesse processo de confrontação e resolução de problemas que a vida adquire significado. (...) Os problemas apelam à nossa coragem e sabedoria; na verdade, criam  a nossa coragem e a nossa sabedoria. É unicamente devido aos problemas que crescemos mental e espiritualmente. (...) É através da dor de confrontar e resolver problemas que aprendemos. Como disse Benjamin Franklin, "As coisas que nos magoam, ensinam-nos."

(...)

Há muitos que, em virtude da sua passividade, dependência, medo e preguiça, esperam que se lhes mostre cada centrímetro do caminho e que lhes demonstrem que cada passo será seguro e que valerá a pena. Isso não se pode fazer. Porque a jornada do desenvolvimento espiritual requer coragem e iniciativa e independência de pensamento e acção. Apesar das palavras dos profetas e da ajuda da graça estarem disponíveis, a viagem tem que ser feita a sós. Nenhum professor o pode levar lá. Não existem fórmulas pré-estabelecidas.

Texto extraído do Livro "O Caminho Menos Percorrido", de M. Scott Peck, Sinais de Fogo, 2003.


Recordo a história de David que derrotou o gigante Golias. David era pequeno, franzino, um homem aparentemente fraco se comparado com os outros. Entretanto, possuía um profundo relacionamento com Deus, procurava sempre a sua direcção, não tomava decisões sem essa direcção, não decidia de acordo com o conselho dos homens, tinha muita convicção que nunca seria abandonado.

A forma como lidamos com os problemas é o que nos diferencia das outras pessoas. O segredo está na nossa capacidade de resiliência.



Nota da autora: Uma flor que nasce e cresce nas pedras. Este tipo de foto tem um significado muito grande na minha vida pessoal. Faz-me recordar do meu último dia de aulas do 4.º ano de escolaridade, tinha eu 10 anos. A minha professora deu-me um separador de livros com uma foto deste tipo. Fiquei muito triste nesse dia, pois todos os meus colegas tinham recebido um separador com flores lindas, coloridas e a minha parecia tão cinzenta, tão feia. Só mais anos mais tarde aprendi uma grande lição de sabedoria com esta foto. Existe uma beleza enorme na adversidade.

Boas Práticas no empreendedorismo




segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Change your thoughts, to change your life




No início deste blog, em Junho de 2011, foi publicado um artigo que volto a republicar pela grande pertinência e actualidade do mesmo.

Vale a pena, recordar:
 

Desemprego: No trilho da auto-descoberta do potencial humano

Ano de 2011, será que vivemos em Crise?
Parece que a crise chegou e veio para durar. A instabilidade nos mercados financeiros, a fragilidade do tecido económico e a globalização dos mercados deram lugar à incerteza e à imprevisibilidade, gerando receio, desconfiança e contracção no investimento por parte das Empresas.
No meio académico e empresarial, nunca se falou tanto em “talentos”, isto é, em pessoas que apresentam resultados profissionais extraordinários, porque usam os seus dons, competências melhor desenvolvidas no exercício da sua profissão. Interessa às organizações captarem, desenvolverem e reterem estes talentos, pois são vistos como o único elemento existente numa empresa que não pode ser replicado pela concorrência, e que quando bem gerido traz vantagens competitivas e diferenciadoras.
Mas então porque é que, um pouco por todo globo, a taxa de desemprego está a crescer? Será que as Empresas acreditam numa coisa e fazem outra? Será que estas não as podem reter porque não têm recursos económicos? E as pessoas que ficam desempregadas, qual é a visão que têm desta situação? Porque os desempregados insistem em se encaixar nas ofertas de emprego existentes?
Seria interessante e importante reflectir sobre todas estas questões. Certamente que iríamos compreender o que está a passar um pouco por todo o mundo, bem como descobrir o que estas circunstâncias nos estão a exigir enquanto seres humanos e por fim, cada um de nós encontrar a melhor solução para si próprio.
Mas vamos nos centrar em responder apenas à primeira pergunta.
“Imagina que ninguém se encaixa nas vagas que existem actualmente. Que as pessoas conseguem encontrar dentro de si próprias a sua luz, que brilha tanto que não as deixa encaixar em nenhum emprego. Essas pessoas trazem novos formatos para o vosso sistema profissional de troca de experiências. Cada pessoa tem uma ideia que faz avançar as consciências. Cada pessoa põe essa ideia em prática, faz a sua própria experiência na matéria a nível profissional. O que acontece com essa pessoa? Antes de mais, encontra a felicidade porque, ao encontrar a sua própria luz, na sua busca profissional, encontra o seu verdadeiro «eu». Depois, essa mesma pessoa desenvolve e aplica a sua missão, pois consegue aceder ao seu projecto de vida. Mais tarde, abre possibilidades para outras pessoas participarem desse projecto e, por sua vez, também, cumprirem o seu desígnio.” (texto extraído do livro “Este Jesus Cristo que Vos Fala – Livro 2 - A Lógica do Céu e a Lógica da Terra”, de Alexandra Solnado)
Existem cada vez mais pessoas desempregadas, para estas interiorizarem, reflectirem, auto-conhecerem-se, tomarem consciência acerca das suas capacidades, potencialidades, talentos, e para se responsabilizarem na criação de um novo rumo profissional, mais adequado à sua própria pessoa e consequentemente permitir que outras pessoas possam participar nesses novos projectos e cumprirem o seu papel nesta vida, a sua missão.
Ano de 2011, será que vivemos em Crise? Será mesmo que vivemos em Crise?
A palavra Crise[1], em chinês, tem dois significados: perigo e oportunidade. E és tu que escolhes se vais considerá-la como perigo ou oportunidade. Quando ouvires falar em crise, risca a letra S desta palavra. Assim: CRI$E. Agora coloca o S no fim da palavra. O que fica? CRIE$. Exactamente! CRIE emprego, sucesso, prosperidade. CRIE o seu próprio emprego. Muda de Vida. Do que estás à espera para começar hoje mesmo?



[1] Exemplo retirado do livro: “O Sucesso não Ocorre por Acaso”, Dr. Lair Ribeiro.

4 pilares para construir uma empresa vencedora


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ser flexível nas adversidades



Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.

Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros.

Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.

Com sabedoria, decidiram voltar e ficarem juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram

Moral da história:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...


Fonte: Fábula do Porco-espinho (desconheço a autoria deste texto)

Fomentar uma política de Educação para o Empreendedorismo em Portugal



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Amar os outros é facilitar o seu crescimento



Quando o mestre e o discípulo peregrinavam por distantes pastagens, foram acolhidos por uma simpática família que vivia em condições de miséria. Embora fossem boas pessoas, os seus recursos materiais eram muito limitados.

Sustentavam-se graças a uma vaca magricela que fornecia o leite para se alimentarem, e o pouco que sobrava vendiam. Na hora da despedida, o discípulo, com pena daquelas pessoas, perguntou ao mestre se não podiam fazer nada por elas. O mestre, na sua sabedoria, disse:

– Atire a vaca pelo precipício.

– Mas, mestre...

– Atire a vaca pelo precipício ou faça-a desaparecer! – insistiu o mestre.

O discípulo, sem compreender, cumpriu os desígnios do mestre, ainda que muito contrariado. E assim a família ficou sem a vaca.

Os anos passaram e o discípulo, cheio de remorsos, não voltou a ter paz. Para se redimir e pedir perdão à família resolveu voltar àquela região. E onde antes havia uma região árida, encontrou terras cultivadas. Próximo de onde era o casebre encontrou um palacete. Angustiado, supôs que a família tinha sido obrigada a vender a casa e o terreno, pois já não tinham a vaca para sobreviverem. Aproximou-se e encontrou os proprietários numa piscina, divertindo-se.

Para seu espanto, verificou que se tratava das mesmas pessoas, mas agora com uma aparência bem mais saudável e feliz. Sem entender, o discípulo perguntou que milagre tinha ocorrido. Com um sorriso no rosto, o pai respondeu:

– Milagre nada! Um dia a nossa vaca desapareceu.

Tivemos de procurar um novo meio de subsistência. Trabalhámos muito e procurámos formas alternativas. Ao longo dos tempos fomos prosperando.

Só nesse momento é que o discípulo compreendeu a sabedoria do mestre.

Fonte: Autor desconhecido
 

Promovendo a Mudança


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O que fizeste hoje de diferente?


Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.

Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.

Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.

Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.

É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.


Fonte: Lenda de S. Martinho copiada do site de Educação de Infância

Não existe idade para empreender


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ser empreendedor

Dá que pensar…


O marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta logo a seguir, dizendo-lhe:
— Querido, podes arranjar o meu carro? Ele parou de funcionar assim que saiu da garagem...
— Consertar o teu carro? Estás a ver Fiat escrito na minha testa?
A mulher volta à carga:
— Então podes arranjar a porta do frigorífico? Ela não está a fechar bem...
E ele respondeu:
— Arranjar a porta do frigorífico? Estás a ver Siemens escrito na minha testa?
— Está bem — disse ela. Então podes pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada há semanas.
E o marido:
— Trocar a lâmpada da porta da frente? Estás a ver Philipps escrito na minha testa? Eu não te aguento mais! Vou para o bar beber umas cervejas!
Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz da porta de entrada já funcionava.
Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta do mesmo também tinha sido arranjada.
— Querida — perguntou ele — como é que todas estas coisas foram arranjadas?
E ela respondeu:
— Bem, quando tu saíste, eu sentei-me lá fora e estava a chorar. Então, apareceu um jovem muito simpático, que me perguntou o que é que me tinha acontecido e eu contei-lhe. Ele ofereceu-se para arranjar tudo, e eu só tinha que escolher entre ir para a cama com ele ou fazer-lhe um bolo.
O marido disse:
— Então, que tipo de bolo é que lhe fizeste, meu amor?
Ao que ela respondeu:
— Helloooooooo! Tu estás a ver 'DANCAKE' escrito na minha testa?

Moral da história:
Marca que não dá assistência... Abre espaço à concorrência.

Fonte: texto recebido via e-mail.