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quarta-feira, 16 de maio de 2018

As pessoas surpreendem


As pessoas surpreendem...

Todos nós somos diferentes.
Somos diferentes porque o nosso interior é diferente (dons, talentos, recursos, forma de pensar), mas também porque o ambiente em que estamos inseridos pode ser diverso (cultura, valores).
A diferença pode causar estranheza, medo, insegurança.
Mas a riqueza da vida é esta diversidade, multiculturalidade.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Qualidades de um lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu connosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia os seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade”.

“Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o afia. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas lhe farão ser uma pessoa melhor”.

“Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.

“Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, cuide sempre daquilo que acontece dentro de você”.

“Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação”.

(Autoria desconhecida)

Texto retirado da internet

domingo, 17 de julho de 2016

E tu, o que vais escolher ser?


O passado condiciona, mas não determina.
Podemos ter nascido numa família pobre, mas isso não quer dizer que vamos ser pobres na vida adulta.
Podemos ter vivido numa família violenta, destruturada,  disfuncional, doente, mas isso não quer dizer que na idade adulta vamos ser violentos nos nossos relacionamentos.
Podemos não conseguir mudar o nosso passado, mas podemos escolher como lidar com ele e viver um presente mais feliz.
Tudo depende do nosso livre arbítrio, das nossas escolhas.
E tu, o que vais escolher ser?

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 5 de julho de 2016

Quando somos feios



Quando nascemos feios!
Parece uma tragédia. O que fazer?
Ninguém gosta de conviver com pessoas feias, que são consideradas como pouco saudáveis, que se calhar são vistas como deficientes, que metem medo ou nojo.
É muito mais agradável conviver com pessoas bonitas, que são  sinónimo de saúde, beleza, harmonia, equilíbrio, riqueza, sucesso.
Se não nos encaixamos no padrão de beleza universal, estão criadas as condições para o preconceito, para a baixa auto-estima, baixa auto-aceitação.
Onde está a nossa individualidade, a personalidade?
Os jovens querem fama, glória, reconhecimento, mas será que gostam de ser únicos, diferentes dos outros ou não, gostam de vestir-se igual como os outros amigos do seu círculo de amigos?
Será que as pessoas preferem ser bonitas ou feias?
Ou será que o mais importante é gostar da nossa beleza, independentemente se encaixa nos padrões de beleza da sociedade. Aceitarmos que somos únicos. Transformar as nossas fraquezas e fortalecer as nossas forças e pontos fortes!
O melhor remédio é, rir-nos de nós próprios, das limitações que impomos a nós próprios.

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ir mais além...


"Um sábio passeava na floresta com o seu discípulo. Avistou uma casinha pobre, aos pedaços. Nela moravam um casal e três filhos - todos mal vestidos, sujos, magros e aparentando subnutrição.

O sábio pergunta ao pai da família:"- Como vocês sobrevivem? Não vejo horta. Não vejo plantação. Não vejo animais."

O pai respondeu: "- Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite por dia. Uma parte do leite, nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por alimentos ou roupa. Com a outra parte produzimos queijo e coalhada para nosso consumo. Assim vamos sobrevivendo...".

O sábio agradeceu e saiu novamente pelo caminho. Logo em seguida, o sábio avistou uma vaquinha e ordenou ao seu discípulo:

"- Empurre aquela vaquinha até ao precipício e empurre-a precipício abaixo!"

Mesmo sem compreender a ordem, o discípulo cumpriu-a - empurrou a vaquinha para o precipício! Aquela cena ficou marcada na memória do discípulo por muitos anos, pensava na maldade do sábio em mandar matar a única fonte de subsistência daquela pobre família.

Alguns anos depois, passando pela mesma região, o discípulo lembrou-se da família e do episódio da vaquinha. Resolveu voltar àquela casinha e quando foi surpreendido.

No lugar da pobre casinha havia uma bela pousada. Um pomar ao redor. Várias cabeças de gado. Um trator novo. Na porta da casa avistou o mesmo pai - agora bem vestido, limpo, saudável. Logo apareceram a mulher e os três filhos - todos bonitos e aparentando saúde e felicidade!

Quando o discípulo perguntou a razão de tanta mudança nesses últimos anos, o pai da família respondeu:

"- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daquele dia em diante tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que existiam em nós. Transformamos a nossa casa em uma pequena pousada para viajantes. Começamos a plantar, criar animais, usar a nossa cabeça para sobreviver e daí nós vimos que éramos capazes de fazer coisas que nunca tínhamos imaginado e de conseguir coisas que nós achávamos impossíveis porque nunca havíamos tentado fazer. Aos poucos, a pousada, o pomar foram crescendo e assim, alcançamos o sucesso que os seus olhos vislumbram agora.”

Sem a vaquinha, nós fomos à luta e só tínhamos esta alternativa - lutar para vencer!"

Fonte: História retirada da internet. Desconheço a sua autoria.


Moral da história:

Ao longo da vida, vamos nos apegando às poucas coisas que temos, não conseguimos ver outras possibilidades, permanecemos no mesmo lugar sem qualquer progresso. Mas quando decidimos sair da nossa zona de conforto, podemos alcançar patamares mais elevados. A vaquinha presente na nossa vida pode-nos dar um mínimo mas impede-nos de irmos mais longe, tornando-nos dependentes de algo ou de alguém.

É preciso empurrar a vaquinha para o precipício com determinação e coragem, abrindo espaço para novas coisas e experiências entrem na nossa vida. Você pode ter mais do que imagina ser capaz.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Quais são os teus limites?




"Criança geopolítica observando o nascimento do homem novo"
Salvador Dali


Fala-se tanto em que devemos ultrapassar os nossos próprios limites, a sair da nossa zona de conforto, a superar-nos.

Conhecermos os nossos limites, permite-nos conhecer melhor, dá-nos um sentido de individualidade, de identidade. Permite-nos responder à questão: quem sou eu?

Quando ultrapassamos os nossos limites, descobrimos potencialidades nossas que desconhecíamos até aquele momento, inevitavelmente mostramos-nos diferentes aos outros e consequentemente somos percepcionados por nós próprios e pelos outros de uma forma diferente (melhor ou pior, depende da perspetiva e expetativa do avaliador).

Por um lado, pode ser avaliado como positivo, as pessoas gostam de ouvir histórias de pessoas que se superaram, que viveram experiências diferentes, exóticas ou inovadoras. Mas por outro lado, as pessoas gostam de segurança e estabilidade. Quando os outros vêem que não podem contar connosco, pois todos os dias mostramos facetas diferentes de nós, será que a opinião destas pessoas continuará a ser positiva?

Mas quando ultrapassamos os limites do outro, será que isso é igualmente bem visto pela própria pessoa e pelo outro e pelos outros que estão à volta?

Independentemente se a superação dos nossos limites é percepcionado como positivo ou negativo, quando ultrapassamos os limites dos outros parece-me que na maioria das vezes será avaliado como negativo. Pode ser considerado como incapacidade de relacionamento interpessoal, como falta de respeito com o outro, mas também para consigo próprio. E no limite, pode derivar em comportamentos violentos, manipuladores, intimidadores, autocráticos. O medo, o terror ganha terreno em contraposição com o amor.

Em sociedade, será que devemos tolerar, permitir, consentir quando o outro ultrapassa os nossos limites? E o que podemos fazer para lidar com "este tipo de pessoas"?

A forma como lidamos com este "tipo de pessoas" e com as situações em que o outro ultrapassou os nossos limites é também uma forma de conhecermos os nossos próprios limites e de autoconhecimento.  É um círculo vicioso.


Autoria: Sandra Mendes

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

What do you want for christmas?

O Último Desejo



Um recluso condenado à pena de morte a aguardar pela execução, pediu como último desejo um papel e um lápis. Após escrever por vários minutos, o condenado chamou o guarda prisional e pediu que esta carta fosse entregue a sua mãe biológica.
A CARTA DIZIA...
Mãe, se houvesse mais justiça neste mundo seríamos os dois executados e não apenas eu.
És tão culpada quanto eu sou pela vida que tenho levado.
Lembras-te quando eu roubei e levei para casa a bicicleta de um menino como eu?
Tu me ajudaste a escondê-la para que o meu pai não descobrisse. Lembras-te quando roubei o dinheiro da carteira do nosso vizinho? Tu foste comigo gastá-lo ao centro comercial que havia mais perto.
Lembras-te quando discutiste com o meu pai e ele se foi embora? Ele só queria corrigir-me por ter roubado o exame final do curso em que acabei por ser expulso.
Mãe, eu era só uma criança, pouco tempo depois tornei-me num adolescente problemático e agora sou um homem bastante mal formado.
Mãe, eu era apenas uma criança que precisava de correcção e não de aprovação. Mas mesmo assim perdoou-te mãe.
Só peço que faças esta carta chegar à todos os pais do mundo, para eles saberem que o que faz todos os homens se tornarem pessoas de bem ou criminosos é a educação.
Obrigado mãe, por me teres dado a vida e por me ajudares a perdê-la.
O teu filho, delinquente.
PARA REFLEXÃO:
"Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo"
(Provérbios 13:24)
"A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer actualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor que o livro da humanidade?"
(Mahatma Gandhi)
"A educação é a arma mais poderosa que tu podes usar para mudar o mundo."
(Nelson Mandela)
"Educação e repreensão começam nos primeiros anos da infância e duram até o último dia de vida."
(Pitágoras)
"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos."
(Pitágoras). 

domingo, 1 de novembro de 2015

Afaste-se de pessoas que lhe fazem sentir-se mal




De fato estamos cercados de pessoas tóxicas.
Pessoas que são egocêntricas, manipuladoras, interesseiras, arrogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas, que não conseguem ver o sucesso ou a felicidade alheia. Enfim, pessoas sombrias que minam os relacionamentos e amizades com intrigas, críticas excessivas, falta de consideração e respeito pelo outro e abusos verbais ou físicos. Pessoas muito perigosas de se conviver.
Essas pessoas tóxicas acabam, de alguma forma, nos envenenando. Direta ou indiretamente, acabamos agindo por influência delas, seja com atitudes ou omissões. Muitas vezes acabamos agindo por impulso para evitar essas pessoas, ou, na pior das hipóteses, acabamos agindo da mesma forma. São pessoas nocivas, intoxicando nosso comportamento e nos levando a agir e a tomar decisões que, em outras circunstâncias poderiam ser completamente diferentes.
São tóxicas, porque conseguem despertar o que há de pior dentro de nós, não apenas no sentido de maldade ou crueldade, mas no sentido de perdermos a identidade, a autonomia, a energia, a iniciativa e o poder de decisão. Ficamos estagnados, hipnotizados, paralisados. São verdadeiros vampiros, sem Luz própria, que consomem nossa energia vital, que exploram e manipulam pessoas de acordo com os seus interesses e vivem às custas da energia dos outros para se sustentarem.
Tóxicas são aquelas pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, isoladas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.
Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os “sabe-tudo” e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até “livrarem-se” dela ou então se vingam. Seu ego é superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas ideias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.
toxicidade reside exatamente no fato de não nos darmos conta de que estamos sendo manipulados ou influenciados. Ficamos hipnotizados, fascinados, imersos numa imensa ilusão, até o dia em que despertamos e tomamos consciência de que estamos muito mal, morrendo por dentro, e que algo urgente necessita ser feito. Um corte para a nossa libertação, para resgatar a nossa sanidade, saúde, alegria de viver.
Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.
Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas “amizades”?
Tenha cuidado, afaste-se, fique longe o quanto antes dessas pessoas.
Cuide-se, preserve-se, seja você mesmo, seja pleno e feliz.
E acima de tudo sempre perdoe essas pessoas, muitas vezes, elas não tem consciência de seus próprios malefícios.

Minha opinião pessoal:

Minha intenção é de colocar como nossas atitudes e certos padrões de comportamentos afetam nossa saúde física e emocional, mas para ter uma saúde equilibrada, muitas vezes, não depende só da gente, pois vivemos cercados de pessoas com suas variadas complexidades.
Quando percebemos que mantemos ao nosso lado pessoas e relacionamentos que não valem a pena, que esgotam nossa energia e nos fazem sentir mal… (Creio que a a maioria das pessoas tem esse tipo de pessoa próxima por causa dos laços de família), muitas vezes isso acontece porque permitimos, nem sempre somos vítimas desse tipo de pessoas, nós é que damos abertura a elas, damos o poder a elas para nos manipular, talvez por medo de não sermos aceites, ou querer aprovação, por carência, por estar com auto-estima lá chão e por aí vai.
Resolvi escrever minha opinião aqui no tópico depois de ler muitos comentários dizendo que é egoísmo e não devemos nos afastar de pessoas que precisam de ajuda, que Jesus ensinou isso ou aquilo, mas esquecem que Jesus também ensinou: “Ame o próximo como a ti mesmo”. Como amarei o próximo se não me respeito, se não me amo e não busco o que imagino que seja o melhor para mim?
Eis a questão: Quem é mais importante? Você ou o outro? Eu respondo que EU sou mais importante, pois se eu não estiver bem e equilibrada nenhum tipo de relação vai agregar coisas boas em minha vida e não saberei amar e respeitar quem estiver ao meu lado… E se para EU ficar bem for preciso me afastar de pessoas que me desvalorizam ou querem me manipular de alguma maneira, que me criticam apontando o dedo potencializando meus defeitos enchendo-me de frustrações, então eu prefiro me afastar sem culpas e remorsos… Ninguém muda ninguém, o que podemos e devemos fazer é mudar a nós mesmos. Cuidar da auto-estima para conquistar imunidade emocional, buscar companhia de pessoas nutritivas que irão agregar em nossas experiências de vida… Mas é preciso saber identificar relações saudáveis com problemas normais que nos ensinam a lidar com as diferenças de relações tóxicas.
Tantos problemas de saúde surgem por não conseguirmos equilibrar nossas emoções, segundo a metafísica da saúde todos os desequilíbrios em nosso corpo surgem de um desequilíbrio emocional. Vou citar alguns exemplos:
Metafisicamente, o útero é afetado quando a mulher se distancia das suas características básicas, assumindo posturas de vida que não correspondem a sua maneira de ser. Geralmente isso ocorre por ter sido muito criticada ou, ainda, por ter tido os piores resultados ao agir de acordo com seus princípios. Quando a mulher perde sua originalidade, espontaneidade para agradar aqueles com quem convive, ela pode ter sérios problemas no útero.
A inflamação dos brônquios revela um estado emocional de desconforto e irritabilidade acerca do que se passa ao redor. Essa condição é desencadeada pela falta de habilidade em lidar com os fatores internos frente às situações.
Quem tem seus brônquios inflamados geralmente vive num ambiente tumultuado, com atritos e discussões, ou num silêncio demasiado, em que não há diálogo entre as pessoas. Ambos os casos podem causar medo de se expressar e ser tratado com estupidez ou com indiferença. Em virtude disso, algumas pessoas afetadas pela bronquite preferem se isolar e permanecer caladas; outras recorrem ao exibicionismo para chamar a atenção; existem, ainda, aquelas que se revoltam e se tornam rebeldes.
Conviver com pessoas muito críticas e que não te dá oportunidade de se expressar, de ser você mesmo, e não respeitam suas ideias pode gerar problemas na garganta. De modo geral a DOR NA GARGANTA, segundo a metafísica da saúde representa dificuldade de se expor, e profundos aborrecimentos em relação à sua própria conduta. A frustração de não conseguir falar o que sente ou de não fazer o que sabe afeta as emoções, disparando o “gatilho somático” que atinge diretamente a garganta.
Quando a febre surge, no âmbito metafísico esse padrão refere-se a um estado de profunda irritação contida.
A gastrite refere-se metafisicamente a irritação com o que se passa ao redor. Preocupação excessiva com os episódios que estão a nossa volta.
Na fibromialgia, a pessoa sente-se extremamente arrependida por ter sido omissa nas situações passadas, vítima da falta de apoio e de consideração dos outros.
Foi displicente com as necessidades próprias para atender às solicitações alheias; arrepende-se por ter feito para os outros aquilo que deveria ter feito para si mesma.
A pressão baixa é caracterizada pelo comportamento de fugir dos acontecimentos, inconscientizando as situações conflitantes. As pessoas afetadas pela pressão baixa, sempre que se deparam com episódios difíceis negam-se a enfrentá-los, querem esquecer que estão passando por tais problemas.
Esses são apenas alguns exemplos de como nosso desequilíbrio emocional afeta nossa saúde, e como sabemos que ninguém vive sozinho, precisamos nos dedicar mais às pessoas que respeitam e aceitam sem críticas o que temos de melhor a oferecer e que também nos dão o seu melhor, não precisa ser perfeito porque ninguém é, mas é preciso respeito mútuo.
Foi por causa desses conceitos psicossomáticos, e claro, por experiência própria de conviver com pessoas autoritárias e manipuladoras que eu acho imprescindível nos afastar de pessoas que nos sugam, que nos criticam o tempo todo causando-nos insegurança e medo de nos expressar, pessoas que se acham donas da verdade, que não conseguem te ver bem que já encontra um jeito de tentar te por para baixo, pessoas que menosprezam suas ideias e seus ideais, que manipulam e tentam de todo jeito te tirar a liberdade de ser quem você realmente é.

Márcia

Como conseguir viver bem ao lado de pessoas com características “tóxicas“?

1) NÃO TENTE MUDAR A PESSOA

Isso é um pouco decepcionante, pois, na prática, é difícil não tentar mudá-la. Ainda mais se gostamos e queremos o bem da pessoa. Ocorre que é preciso levar em conta que ninguém muda pelo outro. Só mudamos porque queremos mudar e, mesmo assim, é um processo difícil e demorado.

2) AJUSTE AS SUAS EXPECTATIVAS SOBRE A RELAÇÃO

Não espere valorização ou algum tipo de reconhecimento por algo que você fez para a pessoa. Pessoas difíceis são inseguras e com baixa auto-estima, apesar de, muitas vezes, apresentarem uma fachada que mostra exatamente o contrário. Geralmente, sabem tudo sobre a vida alheia, mas não conseguem enxergar a si mesmas. Costumam falar: “Eu não tenho problemas” ou “É você que está com problema”. Portanto, se essas pessoas não conseguem reconhecer o próprio valor, imagine ver o valor dos outros!

3) CUIDE DE SUA AUTO-ESTIMA

Essas pessoas sempre tentarão abalar o que você pensa sobre si mesmo. Potencializam os seus pontos fracos e o enchem de culpa e frustrações. Portanto, cuide de sua auto-estima para conquistar uma imunidade emocional cada vez mais forte e, consequentemente, conseguir se desviar de qualquer “ataque tóxico” da pessoa.
Portanto, é possível se proteger da “toxicidade” dessas pessoas e não deixar sua vida ser dominada por elas. Não se desgaste emocionalmente tentando mudar a pessoa. Aproveite para usar essa energia para si mesmo. Invista na construção de uma auto-estima à prova de balas e, consequentemente, viva com menos stress e mais felicidade ao lado de qualquer pessoa saudável ou “tóxica”.
Livro:
Stamateas, Bernardo. “Gente Tóxica: Como lidar com Pessoas Difíceis e não ser dominado por elas”. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2009.
 Fonte: Márcia Cassandra via Causa Emocional
Retirado do site O Segredo

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Tanto esforço para nada




Por mais incrível que pareça, quanto mais tempo trabalho com pessoas, mais me surpreendo.

As pessoas não sabem o que querem.
Estão num emprego e queixam que não gostam dele, daquele sítio. Dizem que querem mudar para outro emprego, pois este último é melhor para elas. Depois do trabalho que temos em arranjar outro emprego à pessoa e do nosso tempo despendido no processo de mudança, pouco tempo depois dizem-nos que vão embora foi arranjaram outro emprego ainda melhor para eles. É um sentimento agridoce. Fico feliz pela pessoa que arranjou um emprego melhor, mas fico triste pois tive um trabalho enorme para nada.

As pessoas não têm responsabilidades.
Se uma pessoa trabalha para uma empresa e sabe previamente que vai faltar, o colaborador deve avisar a empresa que vai faltar. É um ato de respeito para com a empresa, para com o empregador, para com os seus colegas. Acredito que se essa pessoa amanhã estiver a gerir uma empresa não vai gostar que um colaborador seu falte sem o avisar previamente.

E depois querem que o país avance, seja um país produtivo.
As pessoas só pensam no seu próprio umbigo.

Porque existem pessoas assim?




Porque existem pessoas assim? O que temos de aprender com elas? O que elas têm de aprender connosco?

Porque existem pessoas que baseiam as suas relações em Chantagem? Senão fizermos o que elas pretendem, ameaçam que nos fazem mal. Intimidam-nos através das suas palavras, do seu comportamento e atitude.

Porque existem pessoas complicadas? Não percebem o que se lhe diz. Não querem ouvir perspetivas diferentes da sua. Não conseguem e não querem ver que pode existir um lado bom em qualquer situação menos boa. Resistem a qualquer mudança na sua zona de conforto. 

Como integrar estas pessoas no mercado de trabalho? Existirá algum empregador que tenha paciência com este tipo de pessoas? Quando o mercado de trabalho está tão complicado, tão competitivo, tão frágil. Quando a taxa de desemprego ainda é tão elevada. Será que vão sobreviver? Será que poderemos viver em paz co-habitando com elas?

Qual o é o elemento comum entre as pessoas manipuladoras e as pessoas resistentes à mudança?

O MEDO.


terça-feira, 21 de julho de 2015

Avant garde




As dores lapidam a sabedoria, 
as falhas constroem a tolerância, 
as perdas geram novas conquistas, 
os fracassos tornam-nos mais fortes.







Fonte: Livro "Seja Líder de Si Próprio" de Augusto Cury 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Quando o discípulo está pronto, o mestre desaparece




Castelo Hunyadi

Castelo gótico Hunyadi, Hunedoara, Roménia



Agora pergunte-se, o que faria se tivesse apenas um ano de vidaO que mudaria? De que tem medo?

Mantendo as respostas na quietude do seu coração, comprometa-se a mudar a sua vida, de forma a poder manifestar os seus sonhos. Comprometa-se a sempre prestar atenção à sua própria verdade e a dar ouvidos a ela. Proponha-se a deixar o Universo guiá-lo em direção àquilo que o seu coração deseja. Só esses compromissos já mudarão a sua vida. Ao fazer isso, estará dizendo a si e ao mundo todo: Mereço ter o que quero e farei o que for necessário para realizar o meu desejo.

Não tenha medo, se não souber o que quer. Comprometa-se simplesmente a viver todo o seu potencial. Viva o momento, e o Universo se encarregará de lhe mostrar os seus talentos, que são únicos. O seu compromisso vai guiá-lo para os lugares a que precisa ir, aos livros que deve ler e às pessoas que vão ajudá-lo e ensiná-lo.

Há um velho ditado budista que diz: “Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece”.

Fonte aqui


Durante o percurso percebemos que o mestre não tem todas as respostas. Procuramos outros mestres. É justamente a mudança de mestres que nos deixa livres para criarmos o nosso próprio caminho.
Quando o discípulo está pronto, o mestre desaparece. (Edenilton Lampião)


sábado, 16 de maio de 2015

Ensinem os filhos a falhar


"... O processo de humanização começa pelo entendimento de que jamais haverá a satisfação completa. É esse o curso saudável das coisas. Se os pais boicotam esse processo, podem estar cometendo um erro." - Jean-Pierre Lebrun
Nos últimos 30 anos, a ideia dos pais como senhores do destino dos filhos vem desabando progressivamente. As consequências disso não são necessariamente ruins, como explica o psicanalista belga Jean-Pierre Lebrun, uma das principais referências na Europa no estudo sobre mudanças nas relações entre pais e filhos. Mas, para tanto, é preciso aprender a negociar com os filhos mantendo a autoridade. Leia abaixo os principais trechos da entrevista que Lebrun concedeu à revista Veja quando no Brasil para o 3º Encontro Franco-Brasileiro de Psicanálise e Direito.

Por que os pais hoje têm tanta dificuldade de controlar seus filhos?
Jean-Pierre Lebrun:
 Isso é reflexo da perda de legitimidade. Até pouco tempo atrás, a sociedade era hierarquizada, de forma que havia sempre um único lugar de destaque. Ele podia ser ocupado por Deus, ou pelo papa, ou pelo pai, ou pelo chefe. Isso foi se desfazendo progressivamente, e o processo se acentuou nos últimos trinta anos. Hoje, a organização social não está mais constituída como pirâmide, mas como rede. E, na rede, não existe mais esse lugar diferente, que era reconhecido espontaneamente como tal e que conferia autoridade aos pais. As dificuldades para impor limites se acentuaram, causando grande apreensão nas pessoas quanto ao futuro de seus filhos.
Existe uma fórmula para evitar que os filhos sigam por um caminho errado?
Jean-Pierre Lebrun: 
É preciso ensiná-los a falhar. Uma coisa certa na vida é que as crianças vão falhar, não há como ser diferente. Quando os pais, a família e a sociedade dizem o tempo todo que é preciso conseguir, conseguir, conseguir, massacram os filhos. É inescapável errar. Todo mundo, em algum momento, vai passar por isso. Aprender a lidar com o fracasso evita que ele se torne algo destrutivo. Às vezes é preciso lembrar coisas muito simples que as pessoas parecem ter esquecido completamente. Estamos como que dopados. Os pais sabem que as crianças não ficarão com eles a vida inteira, que não vão conseguir tudo o que sonharam, que vão estabelecer ligações sociais e afetivas que, por vezes, lhes farão mal, mas tentam agir como se não soubessem disso. Hoje os filhos se tornaram um indicador do sucesso dos pais. Isso é perigoso, porque cada um tem a sua vida. Não é justo que, além de carregarem o peso das próprias dificuldades, os filhos também tenham de suportar a angústia de falhar em relação à expectativa depositada neles.
Falando concretamente, como é possível perceber essa diferença no comportamento das famílias hoje?
Jean-Pierre Lebrun: 
A mudança é visível. Na Europa, por exemplo, quando um professor dá nota baixa a um aluno, é certo que os pais vão aparecer na escola no dia seguinte para reclamar com ele. Há vinte, trinta anos, era o aluno que tinha de dar satisfações aos pais diante do professor. É uma completa inversão. Posso citar outro exemplo. Desde sempre, quando se levam os filhos pela primeira vez à escola, eles choram. Hoje em dia, normalmente são os pais que choram. A cena é comum. É como se esses pais tivessem continuado crianças. Isso acontece porque eles não são capazes de se apresentar como a geração acima da dos filhos. É uma consequência desse novo arranjo social, em que os papéis estão organizados de forma mais horizontal.
Como o senhor avalia essa mudança? Esse novo arranjo é pior do que o anterior?
Jean-Pierre Lebrun: 
Hoje os pais precisam discutir tudo, negociar o que antes eram ordens definitivas. E isso não é necessariamente algo negativo, desde que fique claro que, depois de negociar, discutir, trocar ideias, quem decide são os pais.
Essas mudanças na estrutura social podem influenciar em aspectos negativos como, por exemplo, o uso abusivo de drogas?
Jean-Pierre Lebrun: 
Não há uma relação automática. Os mecanismos pelos quais os indivíduos se tornam dependentes químicos são diversos e complexos. A psicanálise ajuda a identificar alguns deles. Vou dar um exemplo. Manter uma criança em satisfação permanente, com sua chupeta na boca o tempo todo, fazendo por ela tudo o que ela pede, a impede de ser confrontada com a perda da satisfação completa. E isso vai ser determinante em sua formação.
Mas o que essa perda tem a ver com o fato de as pessoas enveredarem por um caminho autodestrutivo?
Jean-Pierre Lebrun: 
É uma anomalia no processo de humanização. Não nascemos humanos, nós nos tornamos. Isso ocorre quando aprendemos aquilo em que somos singulares entre todos os animais que habitam o planeta. Somos os únicos capazes de falar. Não se trata apenas de aprender ortografia ou usar as palavras corretamente. Quando dominamos a faculdade da linguagem, adquirimos uma série de características muito especiais, como, por exemplo, a consciência de que somos mortais. Aprendemos a construir as pontes que levam a um entendimento superior do mundo e de nossa condição. Isso é o que nos diferencia e nos torna completamente humanos. Um desequilíbrio nesse processo pode ter consequências. É aí que entra a explicação psicanalítica para o ingresso no universo das drogas. Aprender a falar, ou tornar-se humano, é algo que não ocorre espontaneamente. É uma reação a uma perda do estado permanente de satisfação completa com a qual somos confrontados na primeira infância. Ou seja, o processo de humanização começa pelo entendimento de que jamais haverá a satisfação completa. É esse o curso saudável das coisas. Se os pais boicotam esse processo, podem estar cometendo um erro.
Com que consequências?
Jean-Pierre Lebrun: Isso faz com que estejamos cada vez menos preparados para lidar com o sofrimento da nossa condição humana. Há séculos que as drogas têm algo de paraíso artificial, como diz Baudelaire. Ou seja, uma forma de se refugiar da dor humana, da insatisfação. As drogas sempre serviram para evitar o confronto com esse sofrimento. Quanto menos você está preparado a suportar as dificuldades, mais está inclinado a se evadir, a recorrer a substâncias, sejam as drogas ilícitas, sejam as medicamentosas, para limitar o sofrimento que vai se apresentar. Com o desenvolvimento da farmacologia, essas substâncias se tornaram muito acessíveis. Isso pode criar distorções. É muito mais simples tomar uma Ritalina para não ser hiperativo do que fazer todo o trabalho de aprender a suportar a condição humana. Quando criança, a pessoa já precisa ser confrontada com a condição humana da perda de satisfação. Dessa maneira, na idade adulta, sua relação com o fim de uma paixão amorosa, por exemplo, tem maiores chances de ocorrer de maneira mais aceitável e menos traumática.

Por que as drogas têm apelo especial para os jovens?
Jean-Pierre Lebrun: 
Eles são mais sensíveis a esse fenômeno porque têm uma tendência espontânea a, quando se tornam adultos, ser novamente confrontados com as dificuldades da existência. É, de certa forma, a repetição daquilo que haviam vivenciado na infância, quando foram, ou deveriam ter sido, apresentados à ideia de perda da satisfação completa, de que não ficariam com a chupeta na boca a vida inteira, por exemplo. Se, no ambiente em que esses jovens vivem, há uma abundância de produtos que funcionam como um meio de evitar essas dificuldades, eles mergulham de cabeça. Como também veem nisso certo caráter transgressivo, todas as condições estão dadas para que eles recorram às drogas.
Costuma-se atribuir o mau comportamento dos filhos à falta da estrutura familiar tradicional, como a que ocorre após uma separação. Qual a exata influência que isso pode ter?
Jean-Pierre Lebrun: Uma família organizada de forma aparentemente harmônica não necessariamente faz de um jovem uma pessoa capaz de conviver e suportar o sofrimento inerente à condição humana. Essa capacidade pode ser pequena em famílias aparentemente realizadas, com estrutura sólida. Assim como pode ser enorme em uma família conflituosa, dividida, conturbada. Por isso, não se deve levar em conta apenas o aspecto exterior da família. O que vale é a capacidade dos pais de fazer os filhos crescer. De incutir-lhes a verdadeira condição humana. Esse é o bom ambiente familiar, independentemente do desenho que a família tenha.
O melhor mesmo, então, é aceitar que a existência é sofrida?
Jean-Pierre Lebrun: O processo é mesmo muito mais complexo do que ocorre com outros animais. Um cão nasce cão e será assim para o resto da vida. Um tigre será sempre tigre. Um humano, no entanto, precisa se tornar plenamente humano. É uma enorme diferença. Esse processo leva uns vinte, 25 anos e está sujeito a percalços. Na Renascença já se falava disso: não somos humanos, nós nos tornamos humanos.
Entrevista por Ronaldo Soares/Veja - 13.03.2015 


domingo, 15 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Onde queres chegar?




Lake Vyrnwy, Wales



"Pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo. Mas é necessário ter pessoas para transformar o seu sonho em realidade."

Walt Disney

domingo, 1 de fevereiro de 2015

O que fizeste de diferente hoje?



Gaspra, República da Crimeia


Existem pessoas que nos inspiram e outras que nos fazem bem. 
E tem aquelas que sem pedir licença, tocam a nossa alma.

Fonte: aqui