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domingo, 13 de junho de 2021

A responsabilidade de ser


No final da nossa vida, a única coisa que perdura é a pessoa em que nos tornámos, 
a diferença que marcámos 
e o amor que demos aos outros.

terça-feira, 2 de março de 2021

Gotas de reflexão sobre a educação


De fato, em 2020 esta pandemia apanhou-nos quase todos de surpresa e impulsionou o ensino à distância. Este contexto educativo que era residual até aquele momento, presentemente tornou-se a realidade para quase todos nós.

É verdade que na altura todos os envolvidos foram corajosos na implementação de um modelo de ensino à distância de emergência. Afinal, fomos obrigados a sair da nossa zona de conforto. 

Contudo, resta-nos agora aprender com esta nova realidade e aceitarmos o convite à transformação. 

Certamente, a nova normalidade educativa será diferente daquela que estávamos habituados.

Gosto da ideia da "escola sem muros". Aprender e filtrar a informação para gerar conhecimento não acontece apenas no contexto escolar / formativo. "Os analfabetos do século XXI não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender". - Alvin Toffler

A responsabilidade da escola / formação deve ser formar futuros seres pensantes, com espírito crítico para que possam fazer escolhas conscientes, livres e responsáveis. Este deve ser o nosso legado. Porque este mundo não é nosso, tomamo-lo apenas emprestado dos nossos filhos. "Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos." - Pitágoras

Essa responsabilidade não deve ser apenas da escola / formação, mas deve ser partilhada por todos nós. Isto é, cada um de nós é um modelo de inspiração para os outros e vice-versa. Estamos todos interligados, como numa rede, em que o bater de asas numa parte do mundo, tem consequências imprevisíveis, no outro lado lado do mundo. "Sê a diferença que queres ver no mundo." - Mahatma Gandhi. "A educação é a arma mais poderosa que tu podes usar para mudar o mundo." - Nelson Mandela


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Cativar...


Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!

Livro "O Principezinho"

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Quando digo que não quero, não quero!


Quando digo que não quero, não quero! Porque é que insistem?!

Se vivemos numa democracia, devíamos ser livres para escolher de acordo com a nossa consciência.

Mas quando insistem que devemos comer carne, quando somos vegetarianos. Não me parece muito correto! Merecemos respeito!

Podemos estar errados, mas ninguém nos deve forçar a comer aquilo que não queremos!

Se as consequências das nossas escolhas não prejudicarem terceiros, a liberdade de escolha é nossa. A responsabilidade é nossa.

A minha liberdade termina quando começa a liberdade do outro.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tudo na nossa vida espelha o que somos



Se as nossas experiências refletem sempre as nossas convicções interiores, é perfeitamente possível olhar para as nossas experiências e determinar quais as nossas convicções. Talvez seja perturbante fazê-lo, mas, se olharmos para as pessoas que nos rodeiam, todas elas de algum modo espelham alguma crença a nosso respeito. Tudo na nossa vida espelha o que somos. Quando acontece qualquer coisa desagradável estamos perante uma oportunidade de olhar para dentro e perguntar: “Qual é o meu contributo para esta experiência? Que parte de mim acredita que mereço isto?”



Ideias retiradas do livro "O Poder está dentro de Si" de Louise Hay partilhadas na internet

quinta-feira, 30 de março de 2017

Defeito: Pontualidade


Defeito: Pontualidade 
Quando temos dificuldade em chegar a horas aos nossos compromissos! 
Quando não conseguimos cumprir prazos! 
Sinceramente, acho que temos um problema. Principalmente, se esse problema afeta outras pessoas. E como vivemos em sociedade e estamos todos ligados, o nosso comportamento afeta sempre as outras pessoas mesmo que indiretamente.
Pode ser complicado alterarmos o nosso comportamento, mas tem tudo haver com força de vontade, com disciplina, com treino.

Autoria: Sandra Mendes

O jogo do empurra


O jogo do empurra.
Ora jogas tu, ora jogo eu. 
O tempo passa e ninguém faz nada. 
A responsabilidade é partilhada, mas morre solteira, pois ninguém presta contas. 
Como sair deste ciclo vicioso? 
Comunicar, falar sobre o que estamos a viver e encontrar soluções para melhorar esta situação.

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Quando os pais são os filhos e vice versa!


Numa família, quando os pais são os filhos e, os filhos são os pais. 

Os papéis e as responsabilidades estão invertidos.

A esta situação chamamos Parentificação.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Ser livre, implica maiores responsabilidades



Ser livre, implica maiores responsabilidades. 
Fazer escolhas arriscadas, sem ter em conta as consequências,podemos dizer que é uma estupidez.
Fazer escolhas arriscadas, com consciência, podemos ser julgados como empreendedores, prudentes e sortudos se as consequências forem positivas. Mas se as consequências forem negativas, tivemos azar ou não analisamos bem a situação. 
Por vezes, fazemos escolhas arriscadas, dando um passo maior que a perna. E como diz o ditado: "Quem tudo quer, tudo perde."
Arriscar sim, mas com sensatez.

domingo, 18 de outubro de 2015

Ecoa na eternidade





"O que fizermos com o nosso mundo, neste momento, irá-se propagar ao longo de séculos e poderosamente afetar o destino dos nossos descendentes."
Carl Sagan

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Tanto esforço para nada




Por mais incrível que pareça, quanto mais tempo trabalho com pessoas, mais me surpreendo.

As pessoas não sabem o que querem.
Estão num emprego e queixam que não gostam dele, daquele sítio. Dizem que querem mudar para outro emprego, pois este último é melhor para elas. Depois do trabalho que temos em arranjar outro emprego à pessoa e do nosso tempo despendido no processo de mudança, pouco tempo depois dizem-nos que vão embora foi arranjaram outro emprego ainda melhor para eles. É um sentimento agridoce. Fico feliz pela pessoa que arranjou um emprego melhor, mas fico triste pois tive um trabalho enorme para nada.

As pessoas não têm responsabilidades.
Se uma pessoa trabalha para uma empresa e sabe previamente que vai faltar, o colaborador deve avisar a empresa que vai faltar. É um ato de respeito para com a empresa, para com o empregador, para com os seus colegas. Acredito que se essa pessoa amanhã estiver a gerir uma empresa não vai gostar que um colaborador seu falte sem o avisar previamente.

E depois querem que o país avance, seja um país produtivo.
As pessoas só pensam no seu próprio umbigo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Sabes delegar?





"Poucas coisas ajudam mais um indivíduo do que colocar responsabilidade sobre os seus ombros 
e deixá-lo saber que você confia nele."

Booker Washington

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ser quem se é

Uma busca de luz verdadeira.

Depois de passar anos acumulando informação e dados, chegou a hora de encarar de frente as implicações que todo esse conhecimento concede.

Conhecimento traz responsabilidade e a necessidade de vivê-lo na prática. Não basta somente repetir.

Chegou a hora de entrar na maioridade espiritual e dar o grande passo que é ser o que se acredita.

Ensinar pela prática, não mais pela pregação.

Tornar-se verdadeiramente o que se é.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Avaliação: vale o que vale

Avaliação de desempenho que momento tão angustiante.

É um momento difícil, no qual ouvimos coisas dolorosas.

Mas também pode ser um momento bom, no qual recebemos o reconhecimento do nosso trabalho.

Independentemente da perspetiva que escolhemos ver a situação, devemos encarar o momento de avaliação como a hora de nos organizarmos, de perceber onde podemos melhorar, o que pode ser aperfeiçoado, o que podemos realizar com mais autonomia.

Compreende que ninguém te faz nada, que tudo o que acontece na tua vida é da tua inteira responsabilidade.

Em última análise és tu que atrais cada uma das experiências da tua vida para entrares em contacto com a tristeza que ela te provoca e, assim poderes desfazer o bloqueio emocional que trazes de outras vidas e que vulgarmente é chamado de karma...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sejamos responsáveis


Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita. A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, o de maior sucesso, para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

Um dos moradores pensou: “Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta.” Assim pensou e assim fez.Conforme o costume, em determinado momento, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca para provar aquele vinho, cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Do barril saiu… Água!

“A ausência da minha parte não fará falta.” Foi o pensamento de cada um dos produtores… Muitas vezes somos conduzidos a pensar “Tantas pessoas existem neste mundo! Se eu não fizer a minha parte, o meu trabalho, isto não terá importância.” Será?
Fonte: “O vinho e a água”, história a circular na internet. Desconheço a sua autoria.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Você é responsável nas suas decisões?



Diz-se que há mais de mil anos o mundo de Deus foi passado à forma escrita. Como não havia processadores de texto, fotócopias nem impressoras, eram os monges que copiavam meticulosamente cada texto original à mão. Podia facilmente levar um ano até terminar um só documento.
Um jovem monge que tinha abandonado a busca dos prazeres mundanos queria ver com os seus próprios olhos os textos antigos e beber directamente da fonte de toda a sabedoria. Voluntariou-se para ajudar a copiar os textos antigos, mas rapidamente chegou à conclusão de que não estava de facto a copiar textos antigos nenhuns. Estava a copiar cópias feitas por outros monges, que sem dúvida também tinham passado a vida a copiar cópias da palavra de Deus.
Cheio de entusiasmo e curiosidade, perguntou ao abade se seria possível consultar os textos originais, que estavam guardados nas caves do mosteiro. Ao final de contas, argumentou o monge, se houvesse erros nas cópias, eles estavam a ser difundidos de geração em geração.
O velho abade recusou o pedido. Disse ao jovem monge para não se preocupar com essas coisas, e o jovem monge, respeitosamente, obedeceu.
Passaram-se anos e o jovem monge deixou de ser jovem. Embora o seu entusiamo pela vida tivesse diminuido um bocadinho com o passar do tempo, o seu trabalho árduo e anos de serviço dedicado fizeram com que fosse escolhido como novo abade quando o velho abade morreu. E agora, em vez de preencher os dias a copiar a sabedoria antiga de cor, viu-se com tempo para a contemplação e a reflexão. E rapidamente a sua curiosidade e sede de verdade regressaram e ele encarregou-se de descer até às caves no coração do mosteiro.
Ficou por lá durante meses, a ler atentamente os textos antigos à luz da vela, parando apenas para rezar, dormir e comer as refeições que eram deixadas à porta da cave todas as manhãs.
Um dia, quando o jovem monge destacado para cuidar dele veio para recolher os pratos vazios, ouviu o que parecia um choro distante. Embora descer até às caves fosse estritamente proibido, o jovem monge abriu a porta, acendeu uma vela e encaminhou-se para o coração do mosteiro. E aí encontrou o seu amado novo abade a soluçar descontroladamente.
“Que se passa, irmão?”, perguntou o jovem monge ao abade.
O abade fatigado olhou com desespero para os olhos afáveis do jovem monge. “Cometemos um erro terrivel”, disse. “A palavra original era ’celebrar’…”

- Autor Desconhecido -