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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Porque é que há tanto desemprego?


Porque é que há tanto desemprego?

Por um lado, o avanço da tecnologia tem roubado postos de trabalho.
Por outro lado aumentou o emprego que exige potencial intelectual, capacidade crítica, criatividade.

Por um lado, há muita oferta de mão de obra (psicologia, administrativos), do que procura no mercado de trabalho.
Por outro lado, há dificuldade em encontrar pessoas talentosas, competentes, criativas e comerciais, para ocupar as vagas de emprego.

Em suma, há um desajuste entre as competências disponíveis da mão de obra e as necessidades do mercado de trabalho.

Soluções:

Para a mão de obra
. Auto conhecimento sobre os talentos, dons e qualidades da mão de obra
. Reconversão profissional da mão de obra
. Rentabilizar os talentos na comunidade

Para o mercado de trabalho
. Mudar as necessidades do mercado de trabalho
. Mudar métodos e metodologias de trabalho
. Mudar a organização do trabalho nas empresas

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Lideras ou segues a manada?


Quando dizemos que não somos influenciáveis, não será que somos mais influenciáveis do que pensamos?

Uma pessoa diz-nos que não somos capazes e no íntimo acreditamos pois comportamos-nos como não sendo capazes. 

Vivemos numa era em que a autoridade é contestada, os diagnósticos dos médicos são questionados, os polícias são desrespeitados, os alunos batem nos professores, os filhos mandam nos pais. 

Há uns anos atrás, dávamos ouvidos à autoridade, sendo ela quem fosse. Os anúncios publicitários tinham impato nas vendas, as pessoas queriam vestir, calçar, experimentar o produto que o vizinho também usava. Pois usando o mesmo que o vizinho do lado, alimentava o nosso sentimento de pertença e de aceitação social.

Nos dias de hoje, as pessoas escolhem pela diferenciação. Se o outro tem, então não quero ter. "Quero ser diferente." O que usamos, expressa a nossa individualidade e unicidade de cada um de nós. 

Assim, tendo em conta esta nova realidade, as empresas são "obrigadas" a oferecer um serviço ou produto diferenciado que promova a identidade de cada pessoa, que proporcione uma experiência emocional ao cliente. A produção em massa, o tailorismo está em desuso. Volta a estar na moda o estilista, o artesão, o criativo, o gestor de eventos. Está na moda, as empresas oferecerem um serviço e produto à medida.

Eu não vejo as coisas tanto como preto e branco, mas sim como uma palete de cores. Isto é, haverá sempre serviços e produtos básicos, essenciais que são necessários que todos tenham acesso, mas estes devem ser conjugados com alguma criatividade, o resultado final não pode parecer igual aos outros. Assim, é possível garantir quer o sentimento de aceitação social quer a individualidade da pessoa. Um bom exemplo é o IKEA. O mobiliário é composto por básicos que conjugados com alguma criatividade, resulta que não existam dois móveis iguais.


Autoria: Sandra Mendes