sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A fé move montanhas…


Quando as tempestades da vida
Surgem escuras à minha frente,
Me recordo das maravilhosas palavras
Que uma vez eu li.

E digo a mim mesmo:
Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.

Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.

Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranquilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.

E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.

E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também.

Fonte: texto a circular na internet. Desconheço a sua autoria.

O Sentido da Vida


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ser gentil é mais importante do que estar certo*


Sentados num galho de árvore, o macaco e a macaca contemplavam o entardecer. Em determinado momento, ela perguntou:
— O que faz com que o céu mude de cor, na hora que o sol atinge o horizonte?
— Se quisermos explicar tudo, deixamos de viver — respondeu o macaco. Fique quieta, vamos deixar o nosso coração alegre com este entardecer romântico.
A macaca enfureceu-se.
— Você é primitivo e supersticioso. Já não dá mais atenção à lógica, e só quer saber é de aproveitar a vida.
Neste momento, passava uma centopeia.
— Centopeia! — gritou o macaco. Como é que você faz para mover tantas patas em perfeita harmonia?
— Nunca pensei nisso! — foi a resposta.
— Então pense! Minha mulher gostaria de uma explicação!
A centopeia olhou para as suas patas, e começou:
— Bem. Eu flexiono este músculo… não, não é bem isso, eu tenho que jogar o meu corpo por aqui…
Durante meia-hora, tentou explicar como movia as suas patas, e, à medida que tentava, ia confundindo-se cada vez mais. Quando quis continuar o seu caminho, já não podia mais andar.
— Está vendo o que você fez? — gritou desesperada. Na ânsia de descobrir como funciono, perdi os movimentos!
— Está vendo o que acontece com quem deseja explicar tudo? — disse o macaco, voltando a assistir o entardecer em silêncio.

Fonte: texto retirado do blog de Paulo Coelho

* Frase de William Shakespeare

Todos juntos podemos fazer a diferença


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Não tenha medo de brilhar


O nosso maior medo não é sermos inadequados. O nosso maior medo é sermos poderosos além da medida. É a nossa luz, e não a nossa sombra, que nos amedronta.
Perguntamos a nós próprios: Quem sou eu para ser brilhante, magnífico, talentoso e fabuloso?
Na verdade, quem é você para não o ser?
Se nos anularmos, isso não vai adiantar nada para o mundo. Não é nada esclarecido encolher para que as pessoas ao seu redor não se sintam inseguras.
Nascemos para manifestar a glória que está dentro de nós. Ela não está apenas em alguns de nós, está em todos — e, quando deixamos brilhar a nossa própria luz, conscientemente damos permissão às outras pessoas para fazerem o mesmo.
Quando nos libertamos dos nossos temores, a nossa presença automaticamente liberta os outros.

Fonte: Nelson Mandela

Tudo começa em ti...


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Transcendendo os limites



Quando te sentes inspirado por um objectivo grandioso, por um projecto extraordinário, todos os teus pensamentos quebram as suas grilhetas:
a tua mente transcende as limitações,
a tua consciência expande-se em todas as direcções,
e tu deparas-te com um novo, magnífico e maravilhoso mundo.
As forças, faculdades e talentos adormecidos despertam para a vida e descobres que tu próprio és uma pessoa muito melhor do que jamais pensaras ser possível.

Autor: Patanjali

Hello, Be Yourself...


domingo, 25 de setembro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Make me feel better




O sabor dos teus beijos.
Uma boa conversa.
Fluir.
Abandonar-me na minha galáxia paralela.
Perder-me entre a multidão de uma grande cidade.
Sentir o frio da montanha.
Respirar fundo.
A pureza da amizade verdadeira.
Falhar, errar e saber corrigir.
Tocar-te.
Conseguir desfrutar o presente de forma prolongada.
Saber perdoar.
Um banho em alto mar.
Sentir-me minúsculo na imensidão.
Fazer-me gigante nas tuas carícias.
Dormir no deserto.
Contemplar a fogueira do teu corpo.
Os sonhos silvestres.
Canalizar o medo.
Rir até chorar.
A luz e a escuridão.
Viajar sem ter dia de regresso.
Voltar a casa e…?
Que dizes, juntamo-nos de novo?

Fonte: publicidade da Natura em Portugal (2011)

O que te faz mover na vida?






6 Necessidades
Necessidades da personalidade
1. Certeza - Segurança
2. Incerteza  -Variedade
3. Crítica - Significância - Sentir importante, especial
4. Ligação - Amor
Necessidades do espírito
5. Crescer
6. Contribuir para além de nós próprios

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O incentivo estimula o esforço


Um Cão de Caça iniciou a perseguição a uma Lebre, mas depois de uma longa corrida, parou a caçada.
Uma cabra do rebanho que o viu e parando escarneceu-o, dizendo:
— Dos dois, o pequeno é o melhor corredor.
O Cão de Caça respondeu:
— Você não vê a diferença entre nós: Eu só estava correndo para um jantar, mas ele pela vida.

Fonte: “A Lebre e o Cão de Caça”, fábula de Esopo

Empreendorismo pode mudar o Mundo


terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Psicólogo Social e das Organizações e o Coaching



O que é que um psicólogo da área Social e das Organizações faz numa instituição?
Uma das intervenções do psicólogo organizacional é trabalhar para a promoção e desenvolvimento das competências dos Colaboradores de uma dada Organização, adequando os seus perfis e capacidades às áreas de trabalho. É importante identificar o perfil necessário para uma determinada função, o grau de comprometimento do colaborador aos objectivos propostos e a aproximação, através de estratégias de comunicação, entre o colaborador e o produto/serviço final que a instituição produz/promove.
Outra intervenção característica do psicólogo das organizações é a formação que prepara para os colaboradores, no sentido de estimular a sua motivação e transmitir conhecimentos que promovam a melhoria do seu desempenho, promovendo a satisfação no trabalho, abrindo um campo de confiança entre o colaborador e a instituição, complementando as áreas, humanizando as estruturas. Este trabalho pode ser feito com acções de formação específicas e/ou workshops temáticos.
Outra tarefa inerente ao psicólogo organizacional é a prevenção de situações de stress em equipa, nomeadamente quando há perspectivas de fusão de empresas ou alterações drásticas em quadros superiores. Esta prevenção pode ser efectuada através da implementação de medidas facilitadoras entre a instituição e o colaborador, tais como: estratégias de comunicação, elaboração de procedimentos explícitos e promoção de um espaço onde o funcionário possa falar abertamente das suas preocupações, enquanto profissional.


Qual a importância de um psicólogo da área Social e das Organizações na sociedade?
Os psicólogos da área Social e das Organizações têm um impacto muito importante na sociedade portuguesa. São os responsáveis pela investigação e aferição de instrumentos que permitem dinamizar e promover o bom funcionamento interno de instituições, desenvolvem estratégias específicas em termos de adaptabilidade de produtos e serviços à população, com modelos específicos de intervenção, promovem a adaptação à mudança, implementam programas que promovem o bem-estar dos funcionários, focando os objectivos sem esquecer o factor humano, atentam às necessidades do individuo enquanto colaborador de uma tarefa, sensibilizam para a necessidade de legislar em função das suas competências, nomeadamente a nível de processos de selecção, da melhoria das condições de trabalho, orientados para a obtenção de resultados.


O psicólogo organizacional faz Coaching?
O psicólogo organizacional pode fazer Coaching (treino) se tiver recebido formação específica para esse efeito. Não é obrigatório que um Coach seja Psicólogo nem é obrigatório que todos os psicólogos organizacionais façam coaching.
O Coaching é um processo estruturado de desenvolvimento de competências a vários níveis: profissional, pessoal, familiar ou social. Os objectivos são estabelecidos em função das necessidades e objectivos do cliente, levando sempre em consideração as suas valências e características.
As principais áreas de intervenção são: a melhoria do desempenho/produtividade individual, desenvolvimento de competências de liderança ou preparação de sucessão de um líder, aperfeiçoamento do nível das competências individuais de trabalho, fortalecimento do compromisso com a instituição onde trabalha. A investigação aponta, como consequência deste programa de desenvolvimento de competências, a melhoria da auto-estima e auto-confiança dos clientes, a melhoria das relações interpessoais e das relações intrapessoais, a melhoria das competências comunicacionais, a melhoria do rendimento laboral e o incremento do equilíbrio entre o trabalho e a família. Os resultados, dentro de uma instituição, podem traduzir-se em: melhoria do trabalho de equipa, satisfação dos colaboradores, melhoria da qualidade dos serviços prestados, retenção de melhores trabalhadores, satisfação dos clientes, maior produtividade e maior diversidade.

Fonte: Texto extraído do site da Ordem dos Psicólogos Portugueses

Think different, Change the world


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Saímos pelo mundo


Saímos pelo mundo em busca de nossos sonhos e ideais. Muitas vezes colocamos nos lugares inacessíveis tudo aquilo que está ao alcance das mãos.
Quando descobrimos o erro, sentimos que perdemos tempo buscando longe o que já tínhamos perto. Nos culpamos pelos passos errados, pela procura inútil, pelo desgosto que causamos.
Não é bem assim: embora o tesouro esteja enterrado na sua casa, você só irá descobri-lo quando se afastar. Se Pedro não tivesse experimentado a dor da negação, não teria sido escolhido como chefe da Igreja. Se o filho pródigo não tivesse abandonado tudo, jamais seria recebido com festa por seu pai.
Existem certas coisas em nossas vidas que tem um selo dizendo: “você só irá entender meu valor quando me perder – e me recuperar”. Não adianta querer encurtar este caminho.

Fonte: texto retirado do blog de Paulo Coelho

We are all connected...


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Segredo para se viver mais e melhor


Um ocidental, em visita à China ficou surpreso de ver a quantidade de velhos saudáveis e curioso a respeito da milenar medicina chinesa, indagou um experiente médico sobre qual o segredo para se viver mais e melhor.
Ouviu do mesmo a sábia resposta:
"— É muito simples. É só: Comer a metade. Andar o dobro. E rir o triplo."

- Autor Desconhecido -

Coisas importantes na vida


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Today, I feel good


Maior jardim do Mundo - Tulipas de Keukenhof, Holanda




Agora que sinto amor
Tenho interesse no que cheira.
Nunca antes me interessou que uma flor tivesse cheiro.
Agora sinto o perfume das flores como se visse uma coisa nova.
Sei bem que elas cheiravam, como sei que existia.
São coisas que se sabem por fora.
Mas agora sei com a respiração da parte de trás da cabeça.
Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira.
Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.

Autor: Alberto Caeiro, in “O Pastor Amoroso”, heterónimo de Fernando Pessoa


Descobre a tua peça!


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dez dicas para fazer sucesso com Marketing Pessoal


Como ressaltar a sua liderança influenciando pessoas de modo simples e natural? Max Gehringer fornece-nos os 10 mandamentos do marketing pessoal:

1. Ser líder. Desenvolver a habilidade de influenciar as outras pessoas servindo, ser um formador de opinião. As empresas percebem quem faz isso rapidamente.

2. Inspirar confiança. Colaborar com outras pessoas, conversar de maneira interessada, nunca mentir e assumir os seus próprios erros quando for o caso ajudam a gerar confiança.

3. Ter visão. Entender o que está fazendo e porque, saber para onde está indo, sugerir pequenas mudanças para melhorar o próprio trabalho e o trabalho dos colegas.

4. Ter espírito de equipa. Oferecer ajuda aos colegas mesmo sem ser solicitado. Colaborar principalmente em momentos de crise.

5. Ser maduro. Saber solucionar conflitos sem provocar outros conflitos. Ser calmo e assertivo mesmo em situações de stress.

6. Ser íntegro. Fazer o seu próprio trabalho sem prejudicar ninguém. Não ser excessivamente ambicioso e passar por cima de outras pessoas. Não ser trapaceiro.

7. Estar sempre visível. Ser o primeiro a se dispor quando o chefe precisa de um voluntário para uma determinada tarefa. Não se esconder de novas responsabilidades.

8. Ter empatia. Saber elogiar o trabalho dos colegas e saber reconhecer sempre o mérito dos outros.

9. Ser optimista. Não significa ser optimista bobo, mas conseguir enxergar as soluções em situações difíceis.

10. Ser paciente. Não esperar uma promoção ou reconhecimento sem antes ter feito por merecer.

Evidentemente, isso tudo não adianta nada se o funcionário não consegue fazer aquilo pelo qual é pago para fazer, que é dar resultados de curto prazo. (competência técnica e profissional)

Fonte: texto adaptado do site Doce Shop, baseado no vídeo de Max Gehringer.

O que é que te faz feliz?


terça-feira, 13 de setembro de 2011

The crazy ones



Isto é para os loucos.
Os desajustados.
Os rebeldes.
Os criadores de caso.
Os que são peças redondas nos buracos quadrados.
Os que vêem as coisas de forma diferente.
Eles não gostam de regras.
E eles não têm nenhum respeito pelo status quo.
Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou difamá-los.
Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los.
Porque eles mudam as coisas.
Eles inventam.
Eles imaginam.
Eles curam.
Eles exploram.
Eles criam.
Eles inspiram.
Eles empurram a raça humana para a frente.
Talvez eles tenham que ser loucos.
Como você pode olhar para uma tela em branco e ver uma obra de arte?
Ou sentar em silêncio e ouvir uma música jamais composta?
Ou olhar para um planeta vermelho e ver um laboratório sobre rodas?
E, enquanto alguns podem vê-los como loucos, nós os vemos como génios.
Porque as pessoas que são loucas o suficiente para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.


Fonte: Manifesto Crazy Ones, uma das campanhas mais brilhantes – a Think Different (mais informações, ver aqui e aqui) da Apple – foi remixado e transformado em uma homenagem a Steve Jobs. A campanha estreou em 28 de Setembro de 1997, durante a première de “Toy Story” nos cinemas.

Rir é o melhor remédio...


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Cinco ensinamentos milenares capazes de potenciar o seu bem-estar emocional



Qual a forma mais simples de explicar uma reflexão metafísica? Contar uma história!
Foi assim que mestres espirituais indianos conseguiram passar conhecimentos aos seus pupilos. E é assim que Ramiro Calle, um dos maiores especialistas espanhóis em orientalismo, nos transmite ensinamentos milenares numa obra singular.
«Os Melhores Contos Espirituais do Oriente», editado por A Esfera dos Livros, reúne 250 narrativas recolhidas pelo autor durante viagens à Ásia, acompanhadas por uma reflexão final. Uma espécie de moral da história que podemos aplicar no dia-a-dia.
Logo nas primeiras páginas, convida-nos a usar a obra como «fonte de descanso e inspiração, abrindo as suas páginas ao acaso». Foi o que fizemos, partimos em busca de cinco instruções milenares que podem ajudá-la a melhorar a sua vida.
1. Domine o ego
Uma pitada de vaidade é saudável, mas não centre as suas relações na forma como o seu ego se vai (res)sentir. A história da tartaruga agarrada a uma cana pela boca e transportada por duas garças, que assim a salvavam, demonstra bem como essa opção pode ser fatal.
Irritada por ouvir elogios às aves que a levavam, insulta quem os fazia, largando assim a cana e acabando por cair e morrer. Como diz o autor, «o ego provoca em nós suspeitas e susceptibilidades que nos obcecam e nos debilitam».
«Aprender a controlar o ego é uma das aprendizagens mais difíceis, mas é a única maneira de ir desmascarando as suas artimanhas e fantasmas», acrescenta ainda.
2. Exercite a concentração
Os nossos sentidos, e consequentemente a nossa mente, são invadidos por inúmeros estímulos. Tantos que nos podem desviar do que é realmente importante. «As divagações mentais roubam-nos energias preciosas que adquirem um grande poder penetrativo quando se conseguem concentrar», refere o autor.
«A mente bem exercitada pode permanecer atenta e concentrada, evitando assim as divagações que desorientam e travam o processo de crescimento interior», realça.
3. Cultive a paciência
O que acontece se um agricultor decide fazer colheitas antes de tempo? Estraga-as. E é isso que nos pode suceder se permitirmos que a ansiedade domine as nossas relações.
Siga o conselho de Ramiro Calle: «Põe as condições oportunas para alcançar o resultado e espera, sem impaciência (...) Quando nos intrometemos (...), podemos estar a quebrar o curso natural dos acontecimentos e a desajudar (...)».
4. Viva (mesmo) cada momento
Planeie o futuro mas não se esgote nele. «A mente tem uma recalcitrante tendência para se embrenhar em incertas expectativas para o futuro que, por vezes, geram muita ansiedade, em vez de pôr mais energia em cada momento e proceder (...) de acordo com as circunstâncias que vão surgindo», escreve Ramiro Caille.
5. Não seja refém da opinião dos outros
Quer mudar de emprego porque não suporta o facto de alguns colegas não gostarem de si? Pense outra vez. É bom que ouça críticas reflicta sobre elas e se corrija, mas não se deixe subjugar pelo que os outros pensam de si.
Lembre-se que «sempre haverá alguém a quem não agradamos e sempre há gente avessa que se transforma no pior inimigo do outro», refere o especialista em orientalismo.

Fonte: Texto de Nazaré Tocha retirado do site SAPO Mulher

Acreditar no melhor das pessoas...


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Novas soluções para velhos problemas


Experiência é muito bom, mas não é tudo. Muitas vezes a experiência nos faz usar soluções velhas para problemas novos, e ficamos dando voltas, sem entender que a vida é movimento e que estamos sempre enfrentando novos desafios.
Na antiga Grécia, um carroceiro chamado Górdio deu um nó tão complicado que ninguém era capaz de desfazer. Criou-se então a lenda: quem conseguisse desatá-lo, seria o mais poderoso dos homens.
Várias pessoas tentaram, até que o jovem Alexandre passou pelo templo onde estava o nó. Experimentou, viu que não conseguiria desfazê-lo, então pegou na sua espada e cortou-o ao meio. Poucos anos mais tarde, Alexandre tornou-se o senhor supremo do mais vasto império que o mundo conheceu, e foi chamado de “O Grande”.
Assim não vale”, deve ter dito alguém, ao ver Alexandre cortando o nó górdio. Mas porque não? Era apenas uma solução nova para um problema antigo.

Fonte: Paulo Coelho