domingo, 31 de janeiro de 2016

Como aprender melhor?

Ilusão de óptica
Foto retirada daqui

Aprendemos:

10% Do que lemos (ler)

20% Do que ouvimos (ouvir)

30% Do que vemos (ver fotos)

50% Do que vemos e ouvimos simultaneamente (ver filmes, ver uma exposição, observar uma demonstração, observar um desempenho em contexto real)

80% Do que dizemos (participar numa discussão, fazer uma apresentação)

90% Do que fazemos e dizemos/reflectimos simultaneamente (simular uma experiência real, estar implicado numa atividade)


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Ajudar pode ser desajudar

Mocho


Todos nós somos mestres uns dos outros nesta vida.

É mais fácil emitirmos opiniões ou darmos conselhos aos outros sobre os seus problemas do que para nós próprios. Conseguimos enxergar pontos de vista ou soluções que, por vezes, porque o outro está tão envolvido emocionalmente com o problema não consegue ver.

Contudo, devemos ter cuidado em dar respostas prontas demais, é importante lembrar que cada ser humano precisa chegar sozinho às suas próprias conclusões.

Outro aspeto a ter em conta, devemos esperar que o outro nos pergunte e nos solicite a sua opinião, antes de dá-la. O desejo de querer ajudar o outro, pode-nos levar a nos intrometermos onde não é conveniente.

Autoria: Sandra Mendes


Viva la vida


Nazaré, 28 de janeiro de 2013, o surfista Garrett McNamara quebra o seu recorde de 2011 



Formas para lidar com pessoas controladoras:

imponha limites à pessoa controladora, isto é, não lhe dê liberdade para agir para além dos seus limites. Não se resigne.

cuidado com as suas palavras. Tenha cuidado com o que diz, pois a pessoa controladora pode sabotar os seus desejos e planos. 

comporte-se de forma consistente, calma e paciente com as pessoas controladoras. Se tiver uma relação pessoal com pessoas controladoras, diga-lhe que precisa de uma pausa para seguir em frente na sua vida. Se não puder afastar-se, invente boas desculpas para não estar por perto o tempo todo. 

não espere muito para protestar. Ao perceber o comportamento controlador de alguém, confronte logo a pessoa. Pois caso contrário, a pessoa controladora irá-se acostumar a dar-lhe ordens e dará espaço para iniciar o padrão de comportamento controlador-controlado.

evite contrariá-los ou expô-los, pois só irá perder o seu tempo. Elas não lidam bem com o "não", nem com as frustrações. Entenda que as pessoas controladoras não melhoram até que façam terapia de longo prazo.

não discuta com elas. Quando uma pessoa controladora toma uma decisão é inútil discutir com ela, pois ela não vai considerar a sua perspetiva. Elas julgam que têm razão e que ninguém pode fazer um trabalho ou tomar uma decisão melhor que elas. O melhor é concordar com elas de forma a manter a paz e afastar-se delas ou da situação o mais rapidamente possível.

escolha perdoar. As pessoas controladoras são pessoas inseguras, cheias de medos, insatisfeitas, baixa autoestima, complexos de inferioridade. Exigem a perfeição de si próprios e dos outros. Mas a perfeição não existe. Quem nunca errou? Perdoar é diferente de aceitar ou consentir um comportamento da pessoa controladora que nos magoa.

perceba que a sua vida é importante. Você é uma pessoa especial e única, não permita que a pessoa controladora o controle ou tome decisões por si. Afinal, a vida é sua. Seja dono de si próprio.

conserve a sua autoestima. As pessoas controladoras podem tentar convencê-lo de que é inútil ou que é inferior a eles. Não acredite neles. Não caia nos seus truques. Comece a distanciar-se lentamente.

mostre que as pessoas controladoras não o controlam. Faça exigências em relação a elas, peça que elas façam algo por si, estipule prazos. Ao fazê-lo, estará mostrar que não está intimidada ou diminuída pelos seus padrões de comportamento.

Texto inspirado no artigo deste site 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Esperteza saloia


"Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo."
Provérbio

Muitas pessoas vivem tão obcecadas em controlar tudo e todos que,
 na maioria das vezes são apanhados na teia que criaram.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A Melhor Maneira de Viajar é Sentir



No século XV inicia-se a era dos Descobrimentos. Os Portugueses começam a explorar o globo terrestre em busca de novas rotas comerciais.

A 20 de julho de 1969 (séc. XX), o homem (Neil Armstrong) pisou a lua pelo 1ª vez. ("era galáctica"No século XXI, o homem tenta criar um meio de transporte de forma a proporcionar viagens turísticas fora do planeta Terra. 

Para quando, o homem inicia viagens ao seu interior? (era Aquário)


Autoria: Sandra Mendes



"A Melhor Maneira de Viajar é Sentir"

Álvaro de Campos, in "Poemas", Heterónimo de Fernando Pessoa

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Orientação Vocacional: Qual é a tua vocação?




- Se pudesses fazer só uma coisa para o resto da tua vida, o que seria?
- Quem admiras?
- Se pudesses combinar os teus interesses em algo único, o que seria?
- Quando eras criança quais eram as tuas brincadeiras preferidas?
- O que dizem os teus pais, família, professores, chefes, amigos sobre ti, o que eles admiram em ti?


Para descobrirmos qual a nossa vocação e quando se faz Orientação Vocacional é necessário avaliar 4 dimensões do ser: física, mental, emocional e espiritual.

Aptidões/ Habilidades/ Capacidades/ Competência/ Talentos: (área física)
Em que área és mesmo bom? Escreves bem? Falas bem? Conheces pessoas facilmente? Desenhas bem? Arranjas objetos facilmente? O que fazes com o menor esforço?

Valores/ Crenças: (área mental)
O que valorizas? O que é importante para ti?

Interesses: (área emocional)
O que mais gostas de fazer? Qual o assunto que não consegues parar de falar? Quando entras numa livraria, qual a seção que visitas em 1º lugar? O que fazes nos tempos livres? O que te apaixona?

Contributo/ Propósito/ Sentido/ Significado: (área espiritual)
O que poderias fazer que seja significativo para as pessoas? Qual é o impacto do teu trabalho na vida das pessoas? Qual é o teu contributo na vida? Qual é o teu propósito de vida? Quando morreres, que legado queres deixar? Como queres ser recordado/a? Tendo em conta o que sabes fazer bem e os teus interesses e valores, o teu trabalho é necessário na vida das pessoas? As pessoas precisam do resultado do teu trabalho? Elas valorizam o teu trabalho? Elas estão dispostas a pagar pelos teus produtos/serviços?


Tendo em conta os teus interesses e os teus valores, o que adorarias fazer no teu dia-a-dia usando os teus talentos? Isso irá fazer a diferença na vida das pessoas?


Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Dicas para gerir pessoas no trabalho



Ser reconhecido no nosso trabalho e o nosso trabalho ter um sentido ou ser significativo, aumenta a nossa motivação e produtividade.

Como encontrar um trabalho que apaixone?



O que adorarias fazer no teu dia-a-dia usando tanto as tuas capacidades, tanto os teus interesses, tendo em conta os teus valores e que venha trazer algo de significativo para as pessoas?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Quais são os teus limites?




"Criança geopolítica observando o nascimento do homem novo"
Salvador Dali


Fala-se tanto em que devemos ultrapassar os nossos próprios limites, a sair da nossa zona de conforto, a superar-nos.

Conhecermos os nossos limites, permite-nos conhecer melhor, dá-nos um sentido de individualidade, de identidade. Permite-nos responder à questão: quem sou eu?

Quando ultrapassamos os nossos limites, descobrimos potencialidades nossas que desconhecíamos até aquele momento, inevitavelmente mostramos-nos diferentes aos outros e consequentemente somos percepcionados por nós próprios e pelos outros de uma forma diferente (melhor ou pior, depende da perspetiva e expetativa do avaliador).

Por um lado, pode ser avaliado como positivo, as pessoas gostam de ouvir histórias de pessoas que se superaram, que viveram experiências diferentes, exóticas ou inovadoras. Mas por outro lado, as pessoas gostam de segurança e estabilidade. Quando os outros vêem que não podem contar connosco, pois todos os dias mostramos facetas diferentes de nós, será que a opinião destas pessoas continuará a ser positiva?

Mas quando ultrapassamos os limites do outro, será que isso é igualmente bem visto pela própria pessoa e pelo outro e pelos outros que estão à volta?

Independentemente se a superação dos nossos limites é percepcionado como positivo ou negativo, quando ultrapassamos os limites dos outros parece-me que na maioria das vezes será avaliado como negativo. Pode ser considerado como incapacidade de relacionamento interpessoal, como falta de respeito com o outro, mas também para consigo próprio. E no limite, pode derivar em comportamentos violentos, manipuladores, intimidadores, autocráticos. O medo, o terror ganha terreno em contraposição com o amor.

Em sociedade, será que devemos tolerar, permitir, consentir quando o outro ultrapassa os nossos limites? E o que podemos fazer para lidar com "este tipo de pessoas"?

A forma como lidamos com este "tipo de pessoas" e com as situações em que o outro ultrapassou os nossos limites é também uma forma de conhecermos os nossos próprios limites e de autoconhecimento.  É um círculo vicioso.


Autoria: Sandra Mendes

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Nem tudo é o que parece


Cratera de um vulcão em erupção


A natureza é fantástica!

Os vulcões são detentores de um poder destrutivo, mas também podem trazer muitos benefícios:
- os solos são extremamente férteis em minerais, por exemplo: ouro, ferro, enxofre e diamantes.
- a natureza envolvente é de uma beleza rara, por exemplo, os Açores e a Islândia.
- as rochas vulcânicas perto da superfície atingem temperaturas elevadas que a água pode ser usada no aquecimento de casas ou estufas ou na produção de energia eléctrica.

Quem diria que algo tão destrutivo, pudesse produzir tais benefícios!

Fonte: texto inspirado no seguinte blog

Há sempre alguma coisa por descobrir!


Planeta Nove


Com a despromoção do Plutão como planeta, julga-se que se encontrou um novo 9º planeta do sistema solar. Ver notícia aqui

Pode ser coincidência, mas segundo a numerologia estamos num ano 9. 2016 = 2+0+1+6=9

As pessoas têm sempre muitas certezas. Sentem-se donas da verdade.
Mas a ciência mostra-nos que o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira ou menos verdade.

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que farias, senão tivesses com medo?


"Longa viagem começa por um passo."
Provérbio Chinês


O medo é uma emoção preventiva que nos ajuda a evitarmos situações desagradáveis ou nos ajuda a lidarmos melhor situações negativas. Mas quando o medo nos paralisa, aí temos um problema grave que pode-nos levar futuramente a ter doenças tais como fobias ou ataques de pânico.

O causa está no nosso modo de pensar. Assim, se mudarmos o nosso pensamento, as nossas emoções serão mais adequadas às situações a que somos confrontados.

- O que te leva a ter medo?
- Do que tens medo?
- Esse medo é real?
- O que te impede de mudar o teu pensamento?
- O que podes fazer diferente para deixares de ter medo?
- Queres vencer o medo?

Por fim, existem as seguintes possíveis soluções de cura:
- PNL - Programação Neuro-Linguística
- Psicoterapia Cognitiva e Comportamental
- Hipnose

Autoria: Sandra Mendes



quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Casas astrológicas


Casa 1 - Corpo, individuo
Casa 2 - Dinheiro, recursos materiais
Casa 3 - Comunicação
Casa 4 - Casa, família
Casa 5 - Criatividade
Casa 6 - Trabalho, saúde
Casa 7 - Relacionamentos
Casa 8 - Transformação, recursos dos outros
Casa 9 - Fé, viagens, crenças
Casa 10 - Carreira
Casa 11 - Amigos
Casa 12 - Espiritualidade

Quando é que chega a primavera?

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Lideras ou segues a manada?


Quando dizemos que não somos influenciáveis, não será que somos mais influenciáveis do que pensamos?

Uma pessoa diz-nos que não somos capazes e no íntimo acreditamos pois comportamos-nos como não sendo capazes. 

Vivemos numa era em que a autoridade é contestada, os diagnósticos dos médicos são questionados, os polícias são desrespeitados, os alunos batem nos professores, os filhos mandam nos pais. 

Há uns anos atrás, dávamos ouvidos à autoridade, sendo ela quem fosse. Os anúncios publicitários tinham impato nas vendas, as pessoas queriam vestir, calçar, experimentar o produto que o vizinho também usava. Pois usando o mesmo que o vizinho do lado, alimentava o nosso sentimento de pertença e de aceitação social.

Nos dias de hoje, as pessoas escolhem pela diferenciação. Se o outro tem, então não quero ter. "Quero ser diferente." O que usamos, expressa a nossa individualidade e unicidade de cada um de nós. 

Assim, tendo em conta esta nova realidade, as empresas são "obrigadas" a oferecer um serviço ou produto diferenciado que promova a identidade de cada pessoa, que proporcione uma experiência emocional ao cliente. A produção em massa, o tailorismo está em desuso. Volta a estar na moda o estilista, o artesão, o criativo, o gestor de eventos. Está na moda, as empresas oferecerem um serviço e produto à medida.

Eu não vejo as coisas tanto como preto e branco, mas sim como uma palete de cores. Isto é, haverá sempre serviços e produtos básicos, essenciais que são necessários que todos tenham acesso, mas estes devem ser conjugados com alguma criatividade, o resultado final não pode parecer igual aos outros. Assim, é possível garantir quer o sentimento de aceitação social quer a individualidade da pessoa. Um bom exemplo é o IKEA. O mobiliário é composto por básicos que conjugados com alguma criatividade, resulta que não existam dois móveis iguais.


Autoria: Sandra Mendes



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O que farias?


Quando vemos que o outro vai escolher errado, será que devemos alertá-lo? Será que devemos dizer a nossa experiência, quando ninguém nos perguntou a nossa opinião?
Se não dizemos nada, parece que somos cúmplices daquela situação. Se falamos sobre as possíveis consequências dessa escolha, podemos ter de enfrentar uma resposta torta da outra pessoa e possivelmente podemos perder um amigo, um cliente. Enfim, um dilema de difícil resolução.
O que farias nesta situação? Falavas ou calavas para sempre?

Independentemente da resposta. E se o mais importante fosse que tu tomasses conhecimento que existem outras pessoas que vivem os mesmos problemas que tu? Que percebesses que apesar de estarem no mesmo caminho, ambas as pessoas estão em etapas diferentes, em níveis de consciência diferentes. Existe um sentimento de identificação com o outro, parece que estás-te a ver ao espelho. Será que estará na altura de analisar, de encontrar novas soluções para velhos problemas? Dói tanto, quando velhas feridas se abrem quando pensávamos que já estavam cicatrizadas!

Autoria: Sandra Mendes

Sabe a força que tem?


  
Já foi ao circo? Viu o elefante depois do espetáculo? O que prende o elefante?

O elefante é preso por uma pequena corda amarrada a uma pequena estaca espetada no chão.

Por favor, agora explique-me um elefante pesa várias toneladas, é capaz de arrastar um caminhão, pode ser o animal mais poderoso sobre a face da terra, e como é que ele não arrebenta com esta pequena corda? Porque ele não foge?

– Então o dono do circo explica:

Quando o elefante era ainda um filhote pequeno, sem muita força, veio o domador de elefantes e prendeu-o com uma corrente pesada a uma estaca sólida presa na terra, e toda vez que o pequeno filhote tentou ir um pouco mais longe, o que ele aprendeu?

Aprendeu os limites da corda, aprendeu o que ele pode alcançar e o que ele não pode alcançar. Isto é possível para mim e isto é impossível.

Pare e pense um minuto, como se sente quando tenta alguma coisa e não consegue?

O sentimento de fracasso, dor, desespero... Assim para evitar o sentimento de dor, o filhote aos poucos simplesmente parou de tentar ultrapassar o limite da corda.

Passaram dias, semanas, meses, anos e o pequeno filhote foi crescendo e transformou-se num gigantesco e poderoso elefante, preso a uma pequena corda.

Um jovem observava aquela pequena corda que segurava o elefante, aproximou-se do domador que tratava o animal e expôs a sua curiosidade.

– Amigo! Esta pequena corda não vai segurar o elefante se ele resolver escapar. Pode ser perigoso, um animal deste tamanho solto pelas ruas da nossa cidade.

O domador respondeu calmamente olhando para o jovem curioso.

– Ele nunca vai escapar!

O jovem insistiu.

- Mas como tem tanta certeza que ele nunca tentará escapar? É um espaço pequeno e esta fina corda não vai segurá-lo se ele revolver conhecer a cidade.

O domador esclareceu olhando dentro dos olhos do rapaz.

– Ele não sabe a força que tem!

Não satisfeito, o rapaz questionou aquele homem que parecia ser imune da preocupação.

– Mas ele poderia tentar e logo saberia que é muito mais forte do que esta corda que o prende.

Continuando a tratar o elefante, o domador respondeu ao rapaz curioso.

– Para ele saber que ele pode, teria que ser treinado desde pequeno. Agora já é adulto e segue as ordens tal como aprendeu durante a vida.

O rapaz sorriu com um olhar sarcástico.

– Há, mas se ele tentasse, você estaria em apuros.

O domador devolveu o sorriso com o mesmo sarcasmo que foi interrompido.

– Meu jovem, quantas pessoas você conhece que seguem ordens todos os dias e nunca fizeram nada diferente do que foram treinados? Que nunca tentaram escapar? O elefante é como uma pessoa. Amarrado a uma corrente desde pequeno, ele vai tentar escapar daquele espaço querendo descobrir novas coisas. Com o tempo vai acreditar que nunca conseguirá e assim podemos amarrá-lo, domá-lo e usá-lo para o que quisermos. Com uma pequena corda ou até com um cordel podemos segurá-lo. Enquanto estiver alimentado na sua zona de conforto, neste pequeno espaço, ele nunca tentará nada diferente.

Fonte: História retirada da internet


Às vezes, o mesmo acontece connosco! Vivemos crendo que “não podemos” um monte de coisas, simplesmente porque, em algum momento da nossa vida, tentamos e não conseguimos. Fazemos, então, como o elefante: gravamos na nossa memória: “Eu não posso”, “Eu não consigo”.


Precisamos romper com os pensamentos que nos limitam, e “romper a corda” que nos impede ganharmos o mundo, afinal NÓS SOMOS O QUE PENSAMOS.

domingo, 10 de janeiro de 2016

O poder interno



"Não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer."
Confúcio

15 Dicas para gostar mais de si próprio



1. Auto-Conhecer-se diariamente.
2. Aceitar tal como é, com os seus dons, talentos, mas também com o seu lado sombra, defeitos, pontos fracos.
3. Acreditar mais em si próprio.
4. Desafiar e respeitar os seus limites.
5. Admirar-se, não há outra pessoa igual a si no universo.
6. Viver simplesmente, desfrutar das coisas simples e boas da vida. Por exemplo, fazer caminhadas na natureza.
7. Rir-se de si próprio.
8. Perdoar-se a si próprio e aos outros.
9. Saber dizer "não" a si próprio e aos outros.
10. Fazer exercício físico.
11. Cuidar da alimentação.
12. Cuidar da sua aparência física, roupa, calçado, maquilhagem.
13. Cuidar da sua saúde física, psicológica, emocional, espiritual.
14. Criar relacionamentos saudáveis.
15. Confiar na Vida.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Bullying é controlo



"‘Bullying’ é uma ação consciente, deliberada, hostil e persistente, para humilhar, provocar e induzir medo", define Daniel Sampaio, que adverte que, nestas situações, "há uma intenção deliberada de fazer mal". "Posso empurrar um colega, ou partir um vidro, mas isso não é ‘bullying’, porque não tive a intenção deliberada de fazer mal", salienta o professor de Psiquiatria que, para que não restem dúvidas, pormenoriza que "o ‘bullying’ ocorre num contexto de terror, em que há uma violência sistemática para intimidar e manter a vítima sob controlo".

A palavra-chave do ‘bullying’ é controlo, "o agressor procura controlar a vítima", e assume-se como "uma intolerância perante a diferença", seja sobre alunos de etnia diferente, homossexuais, obesos ou muito magros.

Palavras de Daniel Sampaio extraído do Jornal da Região

Esperar...



"A paciência é a arte de esperar."
Luc de Clapiers Vauvenargues