sábado, 30 de julho de 2016

Ego, mais ego


Quando as pessoas só pensam só no seu umbigo!?
São egocêntricas, narcisistas.
Não há empatia pelo sofrimento alheio.
Como lidar com este tipo de pessoas?
Continuar a relacionarmos com elas e ignorar os nossos sentimentos, desejos e necessidades.
Continuar a relacionarmos com elas, mas mudamos o nosso comportamento e dizemos-lhes que as coisas têm de ser diferentes pois estamos em sofrimento.
Afastarmos e cada um segue o seu caminho.
O que farias se tivesses nesta situação?

Autoria: Sandra Mendes

2ªs Oportunidades


Há pessoas que são rebeldes e há outras pessoas que têm mau carácter.
Não seguirmos as normas e as regras da autoridade, pode mostrar que somos rebeldes ou que temos mau feitio.
Qual a diferença entre rebeldia e falta de carácter?
Quebrarmos o protocolo, fazermos coisas diferentes do que é esperado, sermos inovadores no nosso comportamento ou ideias, nesta altura somos rebeldes.
Mas quando quebramos as regras, depois de termos sido avisados mais do que uma vez e desafiamos a autoridade, nesta altura mostramos falta de carácter, mau íntimo.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Eu ou o Grupo?


Eu ou o Grupo?
Perante a tomada de decisão, devemos escolher o que é melhor para nós próprios ou o que é melhor para o Grupo?

quinta-feira, 28 de julho de 2016

E se...


E se...
Tudo voltasse outra vez, para teres uma segunda oportunidade para viver a experiência outra vez!?
Fugias?
Menoprezavas a situação?
Ficavas e vivias?

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 26 de julho de 2016

Não há coincidências?


"O que é que o Universo me quer dizer com esta situação?"
Não há coincidências?
Quando encontramos alguém que já conhecemos anteriormente, isso é um acaso ou significa algo mais?
Duas pessoas são atraídas uma para outra, porque já se tinham atraído anteriormente. O choque é inevitável.
"Vai ser o que tiver de ser. Vai ser o que seja melhor para todos. Vai ser o que for."

domingo, 24 de julho de 2016

Trabalhar para quê?


"A maior recompensa pelo nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, 
mas aquilo em que ele nos transforma."
John Ruskin

Amor ou ódio: qual é a tua escolha?



Há duas maneiras de termos o maior arranha-céus.
Construirmos o maior arranha-céus que os outros. 
Ou destruirmos os outros arranha-céus para o nosso ser o maior.

Reflexões


O inimigo do meu inimigo, é meu amigo.
Num grupo, o eu deixa de existir.

Serei louco?

Loucura é fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes.

Em que pensas?


Muda de pensar e mudas a tua vida. 
O sucesso é uma escolha.

Como lidar com a violência doméstica?



Ser sem deixar de ser.
Ser e respeitar o outro tal como ele é.
Ser e ser respeitado tal como é.
Ser livre para ser quem se é.
Ser livre para permitir que o outro seja tal como é.
Damos as mãos e caminhamos lado a lado.
Jogos de poder começam quando uma das pessoas num relacionamento se sente insegura, se sente com medo e a outra pessoa muda o seu comportamento para se ajustar ao outro.
A liberdade diminui. O controlo aumenta.
A violência aumenta. O amor diminui.
Os limites são excedidos. A identidade é anulada.
É como dançar tango. Para dançar, é preciso duas pessoas. Uma pessoa comanda e a outra pessoa segue. Não devia ser assim. Ambos devem comandar e seguir. Deixar fluir, seguir a sua intuição e agir de acordo com ela.
Quebramos o ciclo vicioso da violência doméstica, quando tomamos consciência que somos vítimas do outro, mas também quando tomamos consciência que somos responsáveis pela situação, pois permitimos que o outro nos controlasse. No fundo, demos o nosso poder ao outro. Queríamos que o outro nos protegesse, mimasse, amasse. Ele devia ser responsável pela nossa proteção e segurança. E assim, o outro acha que sabe o que é bom e mau para nós. Já não precisa de nos perguntar o que precisamos. Ele sabe o que precisamos.
Depois de termos consciência da situação e do comportamento de ambas as partes da relação, é preciso separar-nos. Cada um deve seguir sozinho o seu caminho.
A vitima: Seguir sozinho o seu caminho e restaurar a sua auto-estima, a sua identidade, os seus limites.
O agressor: Seguir sozinho o seu caminho e interiorizar as suas motivações e intenções por ter agido daquela maneira.

Autoria: Sandra Mendes

sábado, 23 de julho de 2016

Outra vez!


Quando a vida nos obriga a viver experiências semelhantes às vividas ao passado!
Primeiro, ambas as experiências serão idênticas?
Ambas irão provocar as mesmas emoções?
Ambas irão ensinar as mesmas aprendizagens, lições?
Segundo, repetir experiências, será uma segunda oportunidade para aprender a lição?
Repetir experiências, será um novo teste para validar ou consolidar aprendizagens?
Em suma, permitir vencer de vez os nossos medos!

Autoria: Sandra Mendes

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Segredos


Todos temos segredos.
Podemos esconder segredos dos outros e de nós próprios.
Escondemos segredos dos outros quando:
- mentimos,
- omitimos.
Escondemos segredos de nós próprios quando:
- não queremos ver a realidade e nos iludimos,
- esquecemos, apagamos da memória acontecimentos importantes e significativos.

Autoria: Sandra Mendes

Quem, eu?



Numa relação, a culpa e a responsabilidade não morrem solteiras.
O outro podia ser assim ou assado. Podia ter feito aquilo. Tem de ser diferente. Tem de ser assim. Eu é que sei o que é melhor para o outro.
Relações assim estão condenadas. Não tem futuro. O fim da relação é a consequência mais provável.
O outro lado da moeda.
Respeitar o outro tal como ele é.
Amar as suas qualidades e os seus defeitos.
Admirar os seus talentos e as suas fragilidades.
É fácil criticar o outro. E se primeiro, olhássemos para nós próprios? Será que não estamos a criticar no outro aspetos sombra da nossa personalidade?  É difícil ver que também podemos ser como as pessoas que criticamos. Quem, eu? Eu nunca era capaz de ser assim!
Na melhor toalha cai a nódoa.

Autoria: Sandra Mendes

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O que não tem solução...


O que não tem solução, resolvido está!
Quando alguém te cobra uma solução e não te foi possível apresentar os resultados esperados! Quando deste o teu melhor, mas mesmo assim não foi possível satisfazer as expetativas do outro!
A culpa, a pressão, a tensão que os outros exercem sobre ti: "podias ter sido melhor". Facilmente podemos entrar em stress.
Mas como podias apresentar outros resultados se não estavas preparado? Se não tinhas os recursos necessários? Se os resultados não dependiam unicamente de ti?
O melhor remédio é rir.
"Apenas relaxe e não leve as coisas tão a sério, pois elas terão o peso que você der para elas e você poderá terminar piorando aquilo que era apenas uma brisa, transformando-a num tufão! Há momentos em que o humor é a melhor saída, em que precisamos diminuir os problemas vendo o aspeto ridículo que há neles. Se você olhar com atenção, rirá de si e os entraves perderão poder."

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 19 de julho de 2016

Identidade


Quem sou eu? 
O que me define? 
A minha profissão.
O meu estado civil. 
O meu género sexual. 
O meu papel que exerço na família, no meu grupo de amigos, no meu trabalho, na minha cidade, no mundo. 
Os meus gostos, os meus interesses, os meus hobbies.
A minha formação acadêmica, os meus cursos. 
A minha religião, a minha espiritualidade.
A minha cor de pele, a minha etnia. 
Eu sou...

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 18 de julho de 2016

De que cor és tu?


Somos todos iguais, somos todos diferentes. 
Todos somos uma cor. 
Somos tão diferentes, como quantas cores há num arco íris.


Autoria: Sandra Mendes

domingo, 17 de julho de 2016

E tu, o que vais escolher ser?


O passado condiciona, mas não determina.
Podemos ter nascido numa família pobre, mas isso não quer dizer que vamos ser pobres na vida adulta.
Podemos ter vivido numa família violenta, destruturada,  disfuncional, doente, mas isso não quer dizer que na idade adulta vamos ser violentos nos nossos relacionamentos.
Podemos não conseguir mudar o nosso passado, mas podemos escolher como lidar com ele e viver um presente mais feliz.
Tudo depende do nosso livre arbítrio, das nossas escolhas.
E tu, o que vais escolher ser?

Autoria: Sandra Mendes

sábado, 16 de julho de 2016

Quando se está melhor sozinho do que acompanhado!


Quando se está melhor sozinho do que acompanhado!
Quando a vida nos propõe viver uma vida de solteiro em vez de uma vida de casado!
Porque tem de ser assim?
O que temos de aprender?
Descobrir-nos.
Conhecer-nos melhor.
Amar-nos em primeiro plano.
E se encontrarmos outra pessoa, é para caminhar lado a lado. E não para viver relações assentes na dependência emocional ou económica ou afins.
Ser livre, independente na relação com o outro.
Essa é a experiência, a vivência, a aprendizagem.
E depois partirmos para outros voos.

Autoria: Sandra Mendes

Confia


"Nós não temos de fazer as coisas acontecerem. Nós só temos de permitir que elas aconteçam, porque elas acontecem sozinhas."

Retirado do livro: "Conexão - O que Jesus me ensinou" de Alexandra Solnado

terça-feira, 12 de julho de 2016

Se não estivesse com medo, o que faria?


"As crises podem nos ajudar a encontrar o caminho correto e a fortalecer a nossa personalidade."

Texto retirado da internet

Carpe diem



Carpe diem (latim) - Aproveite o dia

Quo vadis?



Quo vadis? (latim) - Para onde vais?

É o que é...



Não discuta com a realidade - ela é o que é.
Aceite que as coisas são como são a cada momento. Isso não significa que não mudem ou não possam ser mudadas.

Fonte: texto extraído do livro "Estou aqui agora - Guia e diário criativo de mindfulness" de The Mindfulness Project.

domingo, 10 de julho de 2016

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O desejo de agradar a todos




"Quem é conduzido pelo medo ou pelo desejo de agradar a todos em todos os momentos fatalmente acaba deixando de lado a própria identidade."
escritora Clarice Lispector (1920-1977)


Dicas para deixar de agradar tanto aos outros e para se conhecer melhor:
- Faça uma lista do que mais gosta de fazer (escrever pelo menos 10 tópicos).
- Todos os dias faça uma das coisas que mais gosta.
- Ouse, arrisce, experimente fazer coisas novas.
- Atualize a sua lista de gostos à medida que vai descobrindo novos interesses.
- Seja feliz.

Autoria: Sandra Mendes

Falta de Empatia



Empatia
Saber colocar-nos no lugar do outro.
Capacidade de sentir o que o outro pode estar a sentir.
"Calçar os sapatos da outra pessoa".
A falta de empatia pode ser o princípio da intolerância, do preconceito, da violência, da guerra, da falta de respeito e consideração pelas outras pessoas.

Autoria: Sandra Mendes

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Magia: Iludir os outros ou viver iludido



Magia: Iludir os outros ou viver iludido.
Parece magia.
Há pessoas que nos contam uma história que para quem não conhece a verdadeira história: ou nos tentam iludir para a sua perspetiva dos factos ou eles acreditam tanto na sua perspetiva que nos fazem crer que são donos da verdade.
Como saber distinguir qual das duas posturas é que o outro está a assumir: de ilusionista ou de iludido?
Como nos podemos proteger deste tipo de pessoas?
Às vezes, saber a história verdadeira não vai mudar as nossas vidas nem desta pessoa.
Às vezes, tendo conhecimento da história verdadeira, podemos confrontar esta pessoa com os factos da história, que isto não fará que ela mude. Isto só vai acentuar o seu papel de vítima.
Às vezes, o melhor é ignorar a situação, isto é, eu fico com a minha perspetiva e a outra pessoa fica com a sua.
"Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia lá fica". (provérbio português)
Às vezes, se a pessoa tiver de aprender uma lição e tomar consciência da história verdadeira, possivelmente viverá situações semelhantes com um grau de intensidade e exigência crescente até que aprenda a lição.
Seria mais fácil aprender à primeira vez, mas para algumas pessoas têm de viver experiências idênticas até aprenderem a lição.
Todos nós podemos ser mestres uns dos outros. Mas não podemos impor as nossas aprendizagens aos outros. Cada um aprende ao seu ritmo.

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 5 de julho de 2016

Quando somos feios



Quando nascemos feios!
Parece uma tragédia. O que fazer?
Ninguém gosta de conviver com pessoas feias, que são consideradas como pouco saudáveis, que se calhar são vistas como deficientes, que metem medo ou nojo.
É muito mais agradável conviver com pessoas bonitas, que são  sinónimo de saúde, beleza, harmonia, equilíbrio, riqueza, sucesso.
Se não nos encaixamos no padrão de beleza universal, estão criadas as condições para o preconceito, para a baixa auto-estima, baixa auto-aceitação.
Onde está a nossa individualidade, a personalidade?
Os jovens querem fama, glória, reconhecimento, mas será que gostam de ser únicos, diferentes dos outros ou não, gostam de vestir-se igual como os outros amigos do seu círculo de amigos?
Será que as pessoas preferem ser bonitas ou feias?
Ou será que o mais importante é gostar da nossa beleza, independentemente se encaixa nos padrões de beleza da sociedade. Aceitarmos que somos únicos. Transformar as nossas fraquezas e fortalecer as nossas forças e pontos fortes!
O melhor remédio é, rir-nos de nós próprios, das limitações que impomos a nós próprios.

Autoria: Sandra Mendes