sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Nem tudo o que parece, é


Uma grande multinacional levou a cabo um processo de selecção para contratar um funcionário para um alto cargo executivo. Depois de testes e entrevistas, e mais testes e entrevistas, e ainda outra entrevista, escolheram um dos candidatos.
Para comemorar, e antes de assinar o contrato, o presidente da empresa convidou para almoçar aquele que, pela altura da sobremesa, seria o novo director. Ambos decidiram escolher o prato especial do chef, uma receita à base de lentilhas. Quando o empregado lhes trouxe o prato, o ainda candidato levantou o braço para chamar atenção do empregado e pediu:
— Por favor, traga-me um pouco de sal.
O presidente olhou para ele e disse-lhe, admirado:
— Mas ainda não as provou.
— Gosto delas muito salgadas.
O presidente não disse mais nada. Levantou-se e despediu-se, dizendo:
— Desculpe tê-lo feito perder o seu tempo, mas creio que nos enganámos a seu respeito. É melhor não assinarmos o contrato.

Na vida real, as atitudes que vêm ao de cima quando estamos descontraídos, são muito mais fiáveis do que os testes.

Fonte: Texto extraído do livro “Storytelling – A magia das palavras”, de Gabriel García de Oro, Gestão Plus, 2011.

Como compreender o cliente na era da web 2.0?



Fonte: Professor David James fala acerca das relações entre organizações e clientes na web 2.0.
Vídeo retirado da Henley Business School


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

14.ª Feira do Empreendedor



A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) vai voltar a promover, entre os dias 17 e 19 de novembro, na Alfândega do Porto, a 14ª Feira do Empreendedor, um evento que já é bandeira daquela que foi em Portugal a associação pioneira no fomento ao empreendedorismo. Subordinado ao tema “Inovação Portugal”, o certame assume-se como uma mostra de empreendedorismo diferenciador e competitivo, que promete contagiar as jovens start-ups com o espírito proativo e perseverante que, em tempos de crise económica e financeira, a associação procura incutir no tecido empresarial português.
Informações, apoios e oportunidades complementam este ecossistema favorável à criação e desenvolvimento de novos negócios, que volta a orientar-se numa lógica de cidade à qual acorrem não só jovens empreendedores, mas também escolas e outras entidades. O franchising será uma das apostas fortes da edição 2011 da Feira do Empreendedor, com uma mostra extra, resultante de uma parceria estratégica com o Grupo Onebiz.
Paralelamente, e como já vem sendo hábito nas edições anteriores, está também previsto um ciclo de 21 conferências práticas, um conjunto de seis workshops sobre “Como Criar um Negócio Específico” e duas sessões de simulação de entrevistas de emprego, destinadas aos jovens que ambicionam uma carreira como empreendedores por conta de outrem. O networking e a promoção de sessões com investidores estão também contemplados nesta Feira que assume este ano particular relevância pelo contexto económico que o país atravessa.

Para mais informações, visite o site da Associação Nacional de Jovens Empresários

Fonte: Artigo publicado no jornal “Expresso” de 21 de Outubro de 2011

O poder do Storytelling



Fonte: Jay Conger fala sobre o impacto estratégico do Storytelling.
Vídeo retirado do site Henley Business School

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

V Semana Nacional de Business Angels


A FNABA - Federação Nacional de Associações de Business Angels tem agendada para a semana de 7 a 11 de novembro, a V Semana Nacional de Business Angels.
A iniciativa que já soma cinco edições tem como missão aproximar o público, e em particular os empreendedores, dos Business Angels de cada região, bem como sensibilizar potenciais investidores a conhecerem as suas atividade destes. Sob o lema “Dar a volta à crise, com os Business Angels”, a edição deste ano tem ainda o objetivo de afirmar a importância dos business angels, num momento crítico do nosso país, como elementos chave na criação e expansão de empresas de elevado potencial de crescimento.
Ao longo desta semana decorrerão - nas cidades de Cascais, Coimbra, Covilhã, Évora, Guimarães, Lisboa, Porto e Santarém - conferências, fóruns de discussão e apresentações públicas de projetos em busca de financiamento, e outros que já tendo obtido este investimento financeiro pretendam partilhar a sua experiência. Prevista está ainda a realização de um workshop, no âmbito do ACCESS ICT (www.access-ict.com), iniciativa da Comissão Europeia da qual a FNABA é uma entidade parceira, com o objetivo de apoiar empresas, que receberam fundos para investigação, no acesso a financiamento por parte de business angels, para a comercialização dos resultados da investigação realizada.

Para mais informações, visite o site da Federação Nacional de Associações de Business Angels

Fonte: Artigo publicado no jornal “Expresso” de 21 de Outubro de 2011

O que é que isto lhe diz?


terça-feira, 25 de outubro de 2011

I Conferência Ibérica de Empreendedorismo


O Centro Cultural de Cascais acolhe, a 27 e 28 de outubro, a I Conferência Ibérica de Empreendedorismo. O evento, cuja entrada é livre porém sujeita a reservas, visa debater num diversificado leque de conferências a temática da iniciativa empresarial à escala ibérica e promover a partilha de experiências entre os empreendedores. O evento contará com a presença de um conjunto de oradores de peso no panorama empresarial de Portugal e Espanha, procurando também estreitar as semelhanças entre os dois países, na área do empreendedorismo.
Em debate estarão temas como a mudança do modelo de negócio de uma empresa, os estímulos ao empreendedorismo, o capital intelectual estímulo do empreendedorismo de base tecnológica, mas também será feita uma reflexão sobre o ensino do empreendedorismo, o papel do empreendedor social, o fomento ao empreendedorismo universitário, entre muitas outras temáticas.
Para mais informações visite o site da Empreend

Fonte: Artigo publicado no jornal “Expresso” de 21 de Outubro de 2011

Desde pequena, a fazer a diferença...


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como tornar-se empresário em tempo de crise


A conjuntura aconselha à prudência, mas não ao marasmo. Foi em tempo de adversidade que os portugueses souberam realizar os seus maiores feitos. O universo empresarial não é exceção. Com riscos e investimentos mais controlados é possível empreender em Portugal, desafiando todas as barreiras.
Quando a conquista de um emprego por conta de outrém não está facilitada, criar o seu próprio projeto empresarial, que lhe garanta uma forma de subsistência poderá não ser uma ideia descabida. Reza a tradição que é em momentos de adversidade que surgem, por vezes, as melhores oportunidades. Tudo o que você precisa é ser terra-a-terra, manter os pés bem no chão e sem grandes deslumbres ou investimentos mirabolantes, estruturar o seu próprio negócio e o seu auto-emprego. Lembre-se: a prioridade não é ficar rico em dois dias, mas sim garantir um salário e sentir-se realizado com o que faz.
As primeiras perguntas que deverá colocar-se é “o que é que eu sei fazer bem?” e “onde reside o meu valor competitivo?”. A área de atividade até pode nem ser original, mas poderá ganhar mercado se tiver uma abordagem inovadora face à concorrência. E é também aqui que reside o segundo ponto decisivo da sua análise: quem é a sua concorrência? quais os seus pontos fortes? que limitações e riscos pode aportar ao seu projeto e como pode o seu futuro negócio ultrapassar os outros players do seu mercado? A resposta a cada uma destas perguntas é vital para minimizar o risco de fracasso do seu projeto.
Igualmente importante é que perceba até que ponto o mercado precisa, sobretudo nesta fase de maiores dificuldades económicas, do serviço que lhe quer oferecer. Tenha em atenção que em situações adversas, pequenos negócios de serviços de proximidade como as tradicionais engomadoras, lojas de arranjos de costura ou outras semelhantes poderão ressentir-se com o efeito poupança, já muitos consumidores optam por voltar a realizar em casa este tipo de serviços. Uma dinâmica diferente sentem os projetos ligados à área da Internet e todos aqueles que de alguma forma estejam relacionados com questões de gestão financeira e poupança.
Mas tão importante quanto escolher a área é realizar um levantamento criterioso e muito rigoroso do investimento necessário para materializar o seu projeto. É nesta fase que se deve munir de todo o seu lado prático e realista e reduzir os custos ao essencial. Pode parecer-lhe irónico, mas pensar pequeno por vezes tem as suas vantagens. Provavelmente, numa fase de arranque não precisará sequer de um grande espaço. Se esse não for o caso e o seu projeto precisar de uma sede, então escolha com cuidado o local onde se vai implantar em função das zonas onde passa o seu público-alvo. Evite também realizar grandes contratações. Deve definir uma estratégia de crescimento, mas faseada. Não queira tudo de uma só vez.
Num negócio todos os pormenores são fundamentais e neles que deve investir para se diferenciar. Deve testar todos os seus fatores de diferenciação antes mesmo de iniciar o seu contacto com o público. Aposte muito neste fase de testes para poder otimizar e reduzir o risco de insucesso na entrada no mercado.
E se ultrapassadas todas estas etapas o seu problema ainda é o investimento, saiba que tem cada vez mais opções de financiamento para os designados negócios de baixo custo. A expansão das plataformas de crowdfunding podem beneficiá-lo e o microcrédito também. Mas se está numa situação de desemprego continua a poder recorrer à antecipação por inteiro do subsídio de desemprego para criar o seu próprio negócio.

Fonte: Artigo publicado no jornal “Expresso” de 21 de Outubro de 2011


10 dicas para aumentar a sua prosperidade


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O que é o Empreendedorismo Social?



Apesar do termo empreendedorismo social ainda estar longe de ganhar consenso quanto ao seu significado e papel na sociedade e economia, não são poucas as entidades que arriscaram uma definição. No emaranhado teórico que envolve cada uma das teorias, há aspectos comuns.
O conceito de empreendedorismo social em que o IES (Instituto de Empreendedorismo Social) se apoia é: abordagem inovadora com o objectivo de resolver problemas sociais; com clara missão social; sustentável; passível de ser replicada em outros contextos; e com capacidade de produzir impacto social em larga escala.
Dito de outra forma: o empreendedor social é encarado como um agente de mudança que usa ferramentas para dar poder às pessoas - em termos figurativos, não se contenta em “dar a cana”, preferindo, “construir o rio, enche-lo de peixe, ensinar a pescar, e ainda contribuir para a transformação da indústria pesqueira” - encontrando novas formas para resolver problemas antigos e fazendo com que os próprios beneficiários e todos os parceiros se constituam como parte da solução.


O poder de um indivíduo é capaz de mudar o mundo é um denominador comum aos social entrepreneurs.

Onde param os seus sonhos?


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O segredo é a alma do negócio


Um rapaz vai a uma farmácia e pergunta:
— Tem preservativo? A minha namorada convidou-me para jantar esta noite na casa dela.
O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai. De imediato, volta, dizendo:
— Senhor, dê-me outro. A irmã da minha namorada é uma boazona, vive cruzando as pernas na minha frente. Acho que também quer me dar…
O homem dá o preservativo ao jovem. Ele volta, dizendo:
— Quero outro. A mãe da minha namorada também é boa pra caramba. A velha vive se insinuando, deve ser mal comida, e como eu hoje vou jantar lá na casa delas…
Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente. Neste instante entra o pai da namorada. O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:
— Senhor, abençoa estes alimentos, blá,blá.. Damos graças por estes alimentos…
Passa-se um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:
— Obrigado Senhor…blá,bla…
Passam-se cinco minutos:
— Abençoa Senhor este pão… Todos se entreolham surpreendidos, e a namorada lhe diz ao ouvido:
— Meu amor, não sabia que eras tão religioso…
— E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa confidência pode destruir a sua própria organização.

Fonte: texto extraído da internet

O poder das metas...


terça-feira, 18 de outubro de 2011

A ira é má conselheira*


Certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e a sua corte saíram para caçar. Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava o seu falcão favorito no braço — que era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano não consegue ver.
Entretanto, apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada. Decepcionado, Gengis Khan voltou para o seu acampamento — mas para não descarregar a sua frustação nos seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.
Tinham permanecido na floresta mais tempo que o esperado, e Khan estava morto de cansaço e de sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos, não conseguia encontrar nada para beber até que — milagre! — viu um fio de água descendo de um rochedo à sua frente.
Na mesma hora, retirou o falcão do seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava prestes a levá-la aos lábios, o falcão levantou vôo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe. Gengis Khan ficou furioso, mas era o seu animal favorito, talvez estivesse também com sede.
Apanhou o cálice, limpou a poeira, e tornou a enchê-lo. Com o copo pela metade, o falcão de novo atacou-o, derramando o líquido. Gengis Khan adorava o seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circustantância, já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e, mais tarde, contar aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.
Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo mantendo um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo, e veio em sua direcção. Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito.
Mas o fio de água havia secado. Decidido a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte. Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região. Se tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos. Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços. Mandou fazer uma reprodução em ouro da ave, e gravou em uma das suas asas:
“Mesmo quando um amigo faz algo de que não gostes e não entendes, ele continua a ser teu amigo”.
Na outra asa, mandou escrever:
“Qualquer acto motivado pela fúria é um acto condenado ao fracasso”.

Fonte: “O falcão e o cálice”, lenda retirada do livro “A História Secreta dos Mongóis”.

* Provérbio português

O Poder do Guerreiro


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O vaso de porcelana e a rosa



O Grande Mestre e o Guardião dividiam a administração de um mosteiro zen. Certo dia, o Guardião morreu e foi preciso substituí-lo.
O Grande Mestre reuniu todos os discípulos para escolher quem teria a honra de trabalhar directamente ao seu lado.
— Vou apresentar um problema – disse o Grande Mestre. – E aquele que o resolver primeiro, será o novo Guardião do templo.
Terminado o seu curtíssimo discurso, colocou um banquinho no centro da sala. Em cima estava um vaso de porcelana caríssimo, com uma rosa vermelha a enfeitá-lo.
— Eis o problema – disse o Grande Mestre.
Os discípulos contemplavam, perplexos, o que viam: os desenhos sofisticados e raros da porcelana, a frescura e a elegância da flor. O que representava aquilo? O que fazer? Qual seria o enigma?
Depois de alguns minutos, um dos discípulos levantou-se, olhou o mestre e os alunos a sua volta. Depois, caminhou resolutamente até o vaso, e atirou-o no chão, destruíndo-o.
— Você é o novo Guardião – disse o Grande Mestre para o aluno.
Assim que ele voltou ao seu lugar, explicou:
— Eu fui bem claro: disse que vocês estavam diante de um problema. Não importa quão belo e fascinante seja, um problema tem que ser eliminado.
“Um problema é um problema; pode ser um vaso de porcelana muito raro, um lindo amor que já não faz mais sentido, um caminho que precisa ser abandonado – mas que insistimos em percorrê-lo porque nos traz conforto”.
“Só existe uma maneira de lidar com um problema: atacando-o de frente”.
Nessas horas, não se pode ter piedade, nem ser tentado pelo lado fascinante que qualquer conflito carrega consigo”.

Fonte: texto extraído do blog de Paulo Coelho

Erasmus for young entrepreneurs



Ver mais informações sobre o programa Eramus para Jovens Empreendedores

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem!*


Todos os dias o Mullah Nasrudin ia até ao mercado público. As pessoas adoravam vê-lo fazendo o papel de tolo, com o seguinte truque: mostravam duas moedas, uma valendo dez vezes mais que a outra. Nasrudin coçava a cabeça e depois de um tempo, escolhia sempre a de menor valor.
A história correu pelos arredores. Dia após dia, grupos de homens e mulheres mostravam as duas moedas e todos da pequena multidão em volta riam e faziam graçolas. Nasrudin sempre ficava com a de menor valor.
Um dia, um senhor generoso, cansado de ver Nasrudin sendo ridicularizado daquela maneira, chamou-o a um canto da praça, e disse:
— Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a de maior valor, que é sempre a de maior tamanho. Assim terá mais dinheiro e não será considerado idiota pelos outros.
Nasrudin lhe respondeu:
— O senhor parece ter razão, mas se eu escolher a moeda maior, as pessoas vão deixar de me oferecer dinheiro, para provar que sou mais idiota que elas. O senhor não faz idéia de quanto dinheiro já ganhei, aproveitando-me deste truque. E acrescentou:
— Não há nada de errado em se passar por tolo, se na verdade o que você está fazendo é inteligente.

Fonte: “O Tolo que era Sábio”, conto de Nasrudin disseminadas pela tradição Sufi.

* Provérbio oriental

Inspiring young entrepreneurs to build a better tomorrow


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Desaprender o que aprendemos



Um professor de filosofia foi ter com um mestre zen, Nan-In, e fez-lhe perguntas sobre Deus, o nirvana, a meditação e muitas outras questões.
O mestre ouviu-o em silêncio e depois disse:
— Pareces cansado. Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longíquo. Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.
O mestre fez o chá. Fervilhando de perguntas, o professor esperou. Quando o mestre serviu o chá encheu a chávena do seu visitante e continuou a enchê-la. A chávena transbordou e o chá começou a cair do pires até que o seu vistante gritou:
— Pára. Não vês que o pires está cheio?
— É exactamente assim que te encontras. A tua mente está tão cheia de perguntas que mesmo que eu as responda, não tens nenhum espaço para a resposta. Sai, esvazia a chávena e depois volta.

Fonte: “Chávena de Chá”, um conto zen.

Espírito empreendedor


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Olhos que vêem, realidade que se cria



Era uma vez um homem que vivia junto a uma estrada e que vendia umas farturas deliciosas. O negócio ia de vento em popa. Corria tão bem que pôde investir em publicidade. As pessoas compravam as suas farturas. E cada vez corria melhor, e cada vez investia mais no seu negócio.
No Verão, o seu filho veio visitá-lo. Ele estava na universidade, onde frequentava uma pós-graduação em Ciências Empresariais. O filho, ao ver todo aquele investimento em meios, terrenos e farturas, disse-lhe:
— Pai, não ouve a rádio, não lê os jornais? Estamos a atravessar uma crise enorme. Vai tudo à falência.
O pai pensou: “O meu filho tem estudos. Está informado. Sabe do que fala.”
Assim, comprou menos ingredientes para reduzir a produção de farturas. Reduziu grandemente os gastos e parou com a publicidade. As vendas foram diminuindo de dia para dia e, ao fim de pouco tempo, o negócio começou a dar prejuízo. O homem telefonou ao filho, que tinha voltado para a universidade, para lhe dizer:
— Tinhas razão, filho. Estamos afundados numa crise enorme.

Fonte: Texto extraído do livro “Storytelling – A magia das palavras”, de Gabriel García de Oro, Gestão Plus, 2011.

Changing the world...


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos


1 - Disciplinar os próprios impulsos.
2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 - Evitar as conversações inúteis.
7 - Receber no sofrimento o processo de nossa educação.
8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

Fonte: André Luiz, do livro “Paz e Renovação”, FCXavier, publicado no perfil do facebook Saber e Sorrir


Conseguindo a Realização Pessoal no Trabalho

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Amar faz bem


Reconcilia-te com os teus inimigos.
Rancor algum deve permanecer entre as pessoas.
Raramente pensamos sobre o assunto.
Resistentes à ideia, acumulamos
Ressentimentos e mágoas.
Refletimos pouco e agimos sem pensar.
Relacionamentos são provações.
Resgates de outros tempos, adormecidos.
Reze, agradecendo pelo entendimento.
Rogue a Deus benevolência em teus atos.
Reabilita-te perante nosso Pai.

Fonte: Texto retirado do blog Amar faz bem

O que é que tu vendes?


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Quando começamos a ser o que achamos que o outro quer ou necessita



Margareth, prostituta, apaixonou-se por um dos seus clientes, Casemiro. Para o seu adorado e idolatrado freguês, Margareth fazia tudo o que de melhor sabia na sua profissão. Casemiro acabou-se rendendo a esse grande amor. Margareth, para expressar os seus sentimentos, decidiu não cobrar mais nada de Casemiro. Casemiro, para demonstrar a sua paixão, queria pagar em dobro.

Os dois tiveram uma discussão feia... Margareth diz que ele só pensa em dinheiro. Casemiro diz que ela só pensa em sexo.

Fonte: Texto adaptado e extraído do Dalla Blog de Marcelo Dalla.

Apaixone-se...


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como aproveitar as circunstâncias


Um homem ganhou três cachorrinhos, conta Marizete Lourenço. Alegre, amarrou-os atrás do carro de bois, e resolveu levá-los para a quinta onde vivia.
O primeiro cão era puxado com força; mordia a corda, caía, arrastava-se pelo chão. O segundo resignou-se, e seguiu o carro de bois. O terceiro, porém, pulou para dentro da carroça, resolveu dormir, e chegou descansado ao seu destino.
“Quando resistir é inútil, o melhor é adaptar-se”, diz Marizete. “O mais sábio é sempre aquele que consegue tirar proveito das circunstâncias inevitáveis, e fazer com que elas funcionem a seu favor”.

Fonte: texto adaptado e extraído do blog de Paulo Coelho

Power of young people