sábado, 27 de maio de 2017

Os cães ladram e a caravana passa

Eles falam, falam, mas não fazem nada.

Na vida é muito importante ter opinião e espírito crítico sobre as pessoas, situações e problemas.

Mas quando toca a agir, muitas pessoas hesitam e não fazem nada para mudar as situações. Dão desculpas, tais como: falta de tempo, falta de recursos, falta de conhecimentos, não são capazes, enfim...

Mas a razão maior para inação será medo de errar, de falhar, do ridículo, do desconhecido ...

Autoria: Sandra Mendes

Interesses

Interesses...

Todos nós temos interesses.

Todos nós somos movidos por algum interesse na vida. 

Os interesses podem ser vários:
. ser feliz
. ser mais (ou menos) qualquer coisa - magra, rica, inteligente, bonita, amorosa, sensual, saudável, ativa, participativa, comunicativa, enfim uma infinidade de coisas
. ter qualquer coisa - carro, casa, namorado, companheiro, marido, filhos, netos, sobrinhos, amigos, colegas de trabalho, emprego, carreira bem sucedida, um bom salário mensal, um bom rendimento mensal, paz, segurança, saúde, amor, dinheiro,reconhecimento social, popularidade, fama.
. ganhar o euromilhões, uma competição, uma discussão, uma batalha, um conflito, um desafio.
. fazer viagens, conhecer novas pessoas e culturas.
. construir uma casa, uma família, uma carreira.
. transformar mentalidades, mudar o mundo.
. deixar um legado.

Os nossos interesses estão diretamente ligados com as nossas necessidades.

E as necessidades podem ser várias e hierarquizadas como a Pirâmide de Maslow:
. Necessidades fisiológicas, tais como a respiração, a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;

. Necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;

. Necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;

. Necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;

. Necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser. "... temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais".

Conhecendo os nossos interesses, podemos perceber melhor as nossas necessidades.

Identificando as nossas necessidades, podemos procurar satisfazê-las através dos nossos interesses.

Por sua vez, conhecendo as nossas necessidades, podemos compreender melhor os nossos medos e comportamentos às várias circunstâncias da vida.

Autoria: Sandra Mendes

Expetativas

Expetativas...
O que é esperado de mim na vida?
É esperado... ser, ter, fazer...

Nós nascemos, crescemos, vivemos, envelhecemos e morremos.
Parece óbvio e determinante que todos nós teremos de passar por cada uma etapa para seguir para a próxima etapa.

Nós namoramos, noivamos, casamos, temos filhos e netos, divorciamos-nos ou enviuvamos.
Nós estudamos, licenciamos-nos, trabalhamos, empreendemos num novo negócio, reformamos-nos.
Esta sequência de acontecimentos parece lógica de acontecer. Mas será que nos dias que correm, qual é a probabilidade de viver estas etapas?
Será que seremos considerados como pessoas "normais" se não passarmos por algumas etapas ou se saltarmos algumas delas?

Se não seguirmos as etapas que a maioria da população segue, é motivo para sermos discriminados, segregados, ignorados, desprezados julgados?

Quem és tu para julgares que és melhor que eu, só porque eu não sigo as tuas regras?

Todos vivemos em sociedade, e como tal se queremos estar inseridos, devemos seguir e cumprir as regras dessa sociedade.

Se fugimos de ou quebramos algumas regras, a nossa infração não pode prejudicar a liberdade da outra pessoa, nem o respeito pela outra pessoa.

Ser reformador, sem ser rebelde.
Ser inovador, sem ser inconveniente.
Ser transformador, sem ser transgressor.

É um equilíbrio difícil de se alcançar.
Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Não sei...



Dizer "Não sei"...
pode ser uma forma de colocar limites na relação com os outros.
pode ser um sinal de respeito por nós próprios.
pode ser uma forma de diminuir os níveis de exigência na relação com os outros.

Não temos de saber tudo na vida. Podemos ignorar, desconhecer...
Não temos de fazer tudo correto na vida. Podemos errar, falhar...
Não temos de ser para sempre na vida. Podemos morrer, desaparecer...

Nesta dimensão, tudo tem o seu tempo.
Para viver bem, devemos respeitar os nossos tempos e respeitaremos os tempos dos outros.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Como navegar em mares tempestuosos


Observa o que atrais (emoções, pessoas, situações) na vida, 
e saberás como anda a tua energia (íman).

Analisa como está o teu exterior, 
e saberás o que trabalhar internamente.

Muda as tuas crenças, os teus pensamentos, 
e mudarás a tua energia.

Muda a tua energia,
 e mudarás o que atrais para a tua vida.


terça-feira, 23 de maio de 2017

Amar Pelos Dois


Amar Pelos Dois
 
Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

Canção vencedora na Eurovisão, 13 de maio de 2017, em Kiev, Ucrânia
Interpretado por: Salvador Sobral
Composição por: Luísa Sobral

sábado, 20 de maio de 2017

Fluir...




“Não lute com a vida 
e a vida simplesmente se encarrega de te ajudar.”
música-mantra Ananda de Deva e Miten

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tudo na nossa vida espelha o que somos



Se as nossas experiências refletem sempre as nossas convicções interiores, é perfeitamente possível olhar para as nossas experiências e determinar quais as nossas convicções. Talvez seja perturbante fazê-lo, mas, se olharmos para as pessoas que nos rodeiam, todas elas de algum modo espelham alguma crença a nosso respeito. Tudo na nossa vida espelha o que somos. Quando acontece qualquer coisa desagradável estamos perante uma oportunidade de olhar para dentro e perguntar: “Qual é o meu contributo para esta experiência? Que parte de mim acredita que mereço isto?”



Ideias retiradas do livro "O Poder está dentro de Si" de Louise Hay partilhadas na internet

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Recomeçar


Recomeçar do início... depois de ter alcançado a estabilidade pessoal, profissional, económica, amorosa, familiar, espiritual.
Grande desafio!
Que medo!
Grande oportunidade de crescimento e transformação pessoal!
É uma experiência transformadora!
É um Renascimento!
É um renascer, depois da morte!
Serias capaz de agir sobre as circunstâncias da vida ou o teu perfil é mais reagir perante as situações?

10 Maneiras de Amar a Si Mesmo:


Louise Hay propõe 10 Maneiras de Amar a Si Mesmo:
  1. Pare de se criticar. Se afirmarmos que estamos bem, sejam quais forem as condições, podemos introduzir facilmente a mudança. Todos mudamos, todos sem exceção. O nosso poder está na capacidade de nos adaptarmos e de fluirmos com o processo da vida. É importante consolidar a nossa auto-estima e a fé em nós mesmos. Quando somos críticos connosco mesmos apagamos a nossa criatividade e individualidade - o que nos distingue dos demais. A insegurança faz parte da natureza humana e não há ninguém perfeito. Tentar alcançar a perfeição só origina mais pressão e atrasa-nos na descoberta das áreas-chave que precisam de ser curadas.
  2. Deixe de se assustar a si mesmo. Viver sempre à espera que aconteça o pior é terrível. Parece que gostamos de apavorar-nos com os pensamentos mais terríveis e fazer com que as coisas pareçam ainda piores do que são. Se der por si a magicar sempre na mesma coisa, na mesma situação negativa, concentre-se numa imagem ou em algo que goste para substituir esse pensamento.
  3. Seja gentil, bondoso e paciente consigo próprio. A maioria de nós está viciado na compensação imediata e, por esse motivo, quer tudo na hora, sem ter de esperar por nada. A paciência é um instrumento muito poderoso. As respostas só surgem depois de aprendermos as lições e darmos os passos necessários. Quando estamos a aprender, não faz mal nenhum cometer erros.
  4. Aprenda a ser gentil com a sua mente. Os pensamentos podem ser olhados de um modo construtivo e não destrutivo. As experiências negativas servem a aprendizagem. Se formos gentis com os pensamentos negativos conseguimos deter a culpa, a recriminação, a punição e a dor. O relaxamento, a meditação e afirmações como “Amo-te. Está tudo bem.” ajudam a aliviar a tensão e o medo.
  5. Louve-se a si mesmo. A crítica quebra o espírito interior. O louvor ajuda a consolidá-lo. Elogie-se e felicite-se pelas suas qualidades com frequência.
  6. Amarmo-nos a nós próprios significa apoiarmos a nós mesmos. Peça ajuda e deixe os seus amigos ajudarem-no. Pedir ajuda quando precisamos dela é uma manifestação de força.
  7. Ame as suas caraterísticas negativas. Todas elas são a sua criação, tal como cada um de nós faz parte da criação de Deus. A inteligência divina que nos criou sabe que estamos a fazer o melhor que podemos e ama em absoluto a sua criação. Também nós podemos amar da mesma forma as nossas criações. Sejam quais forem os padrões negativos, podemos aprender a preencher essa necessidade de um modo bastante mais positivo. Por isso é importante colocarmos a questão “O que é que eu ganho com esta experiência?”
  8. Cuide do seu corpo. Olhe para ele como a casa linda onde habita. Por isso tenha cuidado com o que introduz no seu corpo. Encontre um exercício físico de que goste, que lhe dê prazer, e crie uma atitude mental positiva sobre a sua prática regular. A combinação de afirmações com o exercício é um método excelente de reprogramar os velhos conceitos negativos que temos sobre o nosso corpo e a nossa forma.
  9. Realize trabalho em frente ao espelho. Este tipo de trabalho é uma oportunidade para encontrar a razão de ser de qualquer questão que nos impede de amar a nós mesmos. Podemos praticar o trabalho em frente ao espelho de muitas maneiras. Uma forma é, logo pela manhã, olhar para o espelho e dizer “Gosto de ti. O que é que eu posso fazer hoje por ti? Como é que eu posso fazer-te feliz?”. Ouça a sua voz interior e comece a seguir os seus conselhos. Se durante o dia acontecer uma coisa desagradável, vá ao espelho e diga “Gosto de ti à mesma”. As coisas vêm e vão, mas o amor dentro de nós é constante e é a qualidade mais importante na nossa vida. Se acontecer uma coisa boa, dirija-se ao espelho e agradeça. Reconheça em si a capacidade de criar experiências maravilhosas. Em frente ao espelho também pode perdoar a si e aos outros. Experimente falar com os outros, especialmente quando tiver medo de falar pessoalmente com alguém ou quando estiver magoado. As pessoas que sentem dificuldade de gostar de si mesmas normalmente têm dificuldade em perdoar. Quando perdoamos não tiramos apenas um peso de cima dos nossos ombros, mas também abrimos uma porta de amor por nós próprios. As afirmações feitas em frente ao espelho são vantajosas no sentido em que aprendemos a verdade da nossa existência. Quando fazemos uma afirmação e temos logo uma resposta negativa na ponta da língua, do género “Mas quem é que tu queres enganar?”, na verdade acabamos de receber uma dádiva, é-nos revelada a chave para a liberdade. Converta essa resposta negativa numa afirmação positiva, por exemplo “Mereço tudo o que é bom. Eu permito que as boas experiências preencham a minha vida.” Repita essa afirmação até ela formar uma nova parte da sua vida.
  10. Ame-se a si próprio já. Não espere até que esteja tudo bem consigo. A insatisfação connosco é um velho padrão que temos de quebrar. Se conseguir estar satisfeito, se puder sentir o amor e a aprovação, então poderá desfrutar verdadeiramente o momento em que o bem entrar na sua vida. Gastamos tanta energia a tentar fazer os outros mudar. Se utilizássemos metade dessa energia em nós, ficávamos diferentes de certeza e, se ficássemos diferentes, a interação dos outros connosco seria também diferente.

Não podemos adquirir a experiência de vida pelos outros. Cada um de nós tem de aprender as suas lições particulares. Tudo o que podemos fazer é aprender por nós próprios e o amor por nós é o primeiro passo. Louise Hay defende que o amor incondicional é a razão pela qual todos viemos ao mundo. Para o atingirmos temos de começar pela aceitação de quem somos e a aprender a amar-nos.



Ideias retiradas do livro "O Poder está dentro de Si" de Louise Hay partilhadas na internet

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Amarmos-nos a nós próprios




A solução/cura para todos os problemas/doenças é: Amarmos-nos a nós próprios.

Segundo Louise Hay, o amor é uma apreciação profunda. Por isso, amarmos a nós mesmos significa termos uma apreciação profunda por quem somos, aceitando os mais diversos aspectos de nós próprios, as pequenas peculiaridades, os embaraços, as coisas que não fazemos tão bem, e do mesmo modo, as nossas qualidades. Contrariamente ao que deveríamos, a maior parte das vezes condicionamos o nosso amor. Amamo-nos se perdermos peso, arranjarmos emprego, um aumento, um companheiro... Por isso, necessitamos de aprender a amarmos-nos tal e qual como somos agora, sem condições.

Quando amamos quem somos, não faremos mal a nós próprios, nem a mais ninguém. Com a paz interior que o amor próprio providencia cessamos o conflito, a escassez, e a doença. 

"O amor próprio é a dádiva mais importante que podemos oferecer a nós próprios e ao mundo."
Louise Hay 

Textos retirados do livro "O Poder está dentro de Si", de Louise Hay

terça-feira, 16 de maio de 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

Identidade: Respeito, Tolerância e Limites



Um dia a raposa foi visitar a cegonha e convidou-a para jantar.
Na noite seguinte, a cegonha chegou a casa da raposa.
- Que bem que cheira! – disse a cegonha ao ver a raposa a fazer o jantar.
- Vem, anda comer. – disse a raposa, olhando o comprido bico da cegonha e rindo-se para si mesma.
A raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber a sua. Mas a cegonha não conseguiu comer: o bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Era, porém, demasiado educada para se queixar e voltou para casa cheiinha de fome.
Claro que a raposa achou montes de piada à situação!
A cegonha pensou, voltou a pensar e achou que a raposa merecia uma lição. E convidou-a também para jantar. Fez uma apetitosa e bem cheirosa sopa, tal como a raposa tinha feito. Porém, desta vez serviu-a em jarros muito altos e estreitos, totalmente apropriados para enfiar o seu bico.
- Anda, vem comer amiga Raposa, a sopa está simplesmente deliciosa. - espicaçou a cegonha, fazendo o ar mais cândido deste mundo.
E foi a vez de a raposa não conseguir comer nada: os jarros eram demasiado altos e muito estreitos. 
- Muito obrigado, amiga Cegonha, mas não tenho fome nenhuma. - respondeu a raposa com um ar muito pesaroso. E voltou para casa de mau humor, porque a cegonha lhe tinha retribuído a partida.

MORAL – Nunca faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.


História de Jean de La Fontaine (retirado daqui)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Teorias sobre relacionamentos


Teorias sobre relacionamentos...

Um homem casa com uma mulher para...
. se sentir igual aos outros homens
. se sentir integrado no seio dos homens
. ganhar poder, status no grupo dos homens
. mostrar aos outros homens que é capaz, competente

Um homem namora com uma mulher bonita para...
. impressionar os outros homens
. fazer inveja aos outros homens
. a mostrar aos outros homens
. competir com os outros homens

Um homem fala dos seus feitos sexuais com as mulheres para...
. fazer inveja aos outros homens
. competir com os outros homens
. se sentir integrado no seio dos homens
. ganhar reputação
. mostrar aos outros homens que é capaz, competente, viril

Uma mulher casa com um homem  porque procura...
. amor
. segurança
. força
. competência
. dinheiro
. status

Uma mulher namora com um homem bonito porque...
. é mais fácil amar a outra pessoa
. aconteceu, pois o mais importante é a essência, o carácter, a personalidade do homem, do que a sua aparência física

Uma mulher fala dos defeitos dos homens porque...
.é intolerável um homem ser menos competente do que uma mulher

Um/uma homem/mulher comprometido/a é mais cobiçado pelos outros pares do que um/uma homem/mulher solteiro/a.

Ideias inspiradas em comentários do psicólogo Quintino Aires

Vale a pena recordar

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Porquê viver?


Um filho pode-nos dar...
um sentido para a vida,
um propósito de vida,
um motivo para viver.

Mas quando o filho morre!?
Como fica a nossa vida?

O sentido, o propósito, o motivo deixa de existir, deixa de fazer sentido.
Como continuar a viver assim?

É com a morte de um filho que as pessoas são obrigadas a repensar a sua vida e a sua respetiva direção.

Se o motivo para viver desapareceu, há que encontrar outras motivações para continuar a viver.

Porque vivemos? Para quê?

O que fazer para voltar a encontrar um propósito?

Estabeleça metas, objetivos, planos.
Sonhe, trabalhe por projetos.
Sonhe e a obra acontece.

E há tantas boas razões para continuar a viver!!!

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 2 de maio de 2017

No final, tudo dará certo



No final, tudo dará certo, porque sentir, é o que nos dá sentido…

Medo das perdas


Todos nós gostamos de segurança e da estabilidade nas relações interpessoais, amorosas, de trabalho ao longo do tempo.
Situações de crise, de instabilidade, de insegurança, de mudança podem ser dolorosas, mas também podem ser transformadoras.
Quando perdemos tempo, uma casa, uma pessoa, uma parte do nosso corpo pode ser difícil, mas pode ser um momento transformador em nossas vidas.
Podemos amuar, fazer birra, ficar com raiva ou mágoa, mas o melhor é, chorar, aceitar a partida e agradecer a benção de ter partilhado momentos com aquilo ou quem parte.
Nada nem ninguém é de ninguém.
Tomar consciência disso dá-nos serenidade para vivermos as várias circunstâncias da nossa vida.

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O que é que não queres para a tua vida?


É importante saber o que queremos mas é mais importante saber o que não queremos.
Quando sabemos o que não queremos, tomamos decisões/escolhas mais ajustadas ao que somos e ao que queremos ser.
Quando sabemos o que não queremos, somos mais sensíveis quando as outras pessoas ultrapassam os nossos limites e podemos rapidamente corrigir a situação de forma a repor os limites.
Quando sabemos o que não queremosnão perdemos tempo com situações, com pessoas, com emoções que não queremos para a nossa vida.
Quando sabemos o que não queremosvalorizamos mais aquilo que queremos, aquilo que temos, aquilo que somos.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Aceite-se


"Simplesmente aceite-se como você é. 
Não se condene, nada deve ser condenado, nada deve ser julgado. 
Não há como julgar, não há como comparar, porque cada pessoa é única. 
Nunca houve alguém como você e nunca haverá novamente. 
E esse é o jeito que a existência o quer; é por isso que você é desse jeito. 
Então, não lute com a existência, e não tente se melhorar, caso contrário você criará uma confusão. 
É assim que as pessoas criam uma confusão de suas vidas.
Esta é a minha mensagem para você: aceite-se." 
Osho

Respeitar o "tempo certo"


Respeitar o "tempo certo".
Tudo tem o seu tempo.
Ter humildade para entender que nem tudo é possível.
Ao aceitarmos os limites, evoluímos como pessoas.
3 virtudes fundamentais para saber viver:
paciência - para lidar com as diferenças
prudência - a fim de jamais confiar inteiramente em ninguém
persistência - para compreender que muitas vezes é preciso bater várias vezes na mesma porta.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Porquê eu?


Não vale a pena fugir do que tiver que ser.
Não vale a pena fugir do que tiver que acontecer.
O que tiver que ser, será.
O que tiver que acontecer, acontecerá.
Só espero que seja o melhor para todos os envolvidos.
Só espero que aconteça o melhor para todos os envolvidos.
Enfrentar a dor, a desilusão, a crise, o desemprego, o "não"... pode ser difícil e ser tentador fugir...
Mas se decidirmos enfrentar as situações também podemos retirar lições, aprendizagens.
Mas se decidirmos enfrentar as situações também podemos ter a excelente oportunidade de experimentar novas emoções, conhecer novas pessoas, alcançar novos horizontes e perspetivas.
Fugir ou enfrentar? O que é mais corajoso de se fazer?

Autoria: Sandra Mendes

sábado, 22 de abril de 2017

O imprevisível é previsível !?


A coisa mais previsível da vida é que o imprevisível acontece.
De uma hora para outra, qualquer coisa pode mudar.
Na hora em que o imprevisível pular à sua frente, mantenha-se firme e confie em Deus, pois Ele pode ter projetos mais grandiosos do que alguma vez imaginou.
Além disso, e se o imprevisível o fizer perder alguma coisa? Perder tudo seria muito mais doloroso, se você tivesse alguma coisa.

Texto inspirado em textos existentes na internet

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Relacionamentos doentios



Relacionamentos doentios

Uma pessoa manipuladora é egoísta, egocêntrica, sedutora, atraente. Faz-se de "vítima" ou "mártir", não tem em conta os direitos e necessidades do outro, procura conhecer e usar as fragilidades do outro. Tenta influenciar o comportamento da outra pessoa, recorrendo a estratégias pouco transparentes para que o outro aja da forma que pretende. Há uma necessidade de controlo e poder, com promessas, ameaças ou chantagem (muitas vezes emocional e dissimulada) para chegar onde pretende. Pode chorar ou implorar, e/ou ter um tom mais agressivo.

De modo geral, estas pessoas relacionam-se com pessoas "cuidadoras", "salvadores de pessoas" isto é, que vivem sobretudo para os outros e tendem a fazer tudo para evitar conflitos, mesmo que implique anular a expressão dos seus sentimentos e abrir mão de qualquer limite que considerem razoável ou justo.

Da parte dos "cuidadores", quando nestas relações, há muitas vezes sentimentos de culpa provocados e procuram responder a qualquer necessidade levantada pelo outro, acreditando sempre na sua mudança e que podem fazer a diferença na vida do outro. Criam-se assim dinâmicas co-construídas em que ambos contribuem para manter uma pseudo-harmonia, em que o bem-estar está obviamente corrompido, não obstante possa haver uma aparência de equilíbrio.

Como lidar com pessoas manipuladoras:

A pessoa "cuidadora" pode naturalmente redefinir a forma como está na relação.

saber dizer "não", é um direito seu e uma forma de proteção.

estabelecer limites. Saiba até onde é tolerante com o comportamento das outras pessoas e não permita que elas ultrapassem os seus limites. Respeite-se. Respeite o seu ritmo, as suas emoções, o seu tempo, os seus recursos.

evitar ficar culpado. Pergunte a si mesmo: "Será que a pessoa me trata com respeito?", "Será que ela me faz pedidos razoáveis e espera demais de mim?", "Estarei numa relação unilateral?", "Eu me sinto bem comigo mesmo neste relacionamento?" Se as respostas forem "não", o problema reside no manipulador e não em si próprio.

ser assertivo. Um manipulador geralmente distorce os fatos para parecer mais atraente. Quando houver uma distorção da realidade, peça esclarecimentos. Fale positivamente da outra pessoa e foque-se nos pontos de vista em que estão de acordo.

perceber como se sente nesta relação. É muito importante identificar os seus sentimentos nesta situação. Sente-se oprimido, pressionado, obrigado a fazer coisas que preferia não fazer? Será que o comportamento da outra pessoa o afeta o tempo todo, de modo que depois de ajudá-lo de alguma forma ele ainda espera que ofereça ainda mais ajuda e apoio? As suas respostas devem servir de orientação sobre a direção que o relacionamento está a tomar, bem como sobre a direção que o relacionamento deve tomar.

não desistir de si e reafirmar o seu próprio valor.

O importante será refletir sobre as suas aspirações e necessidades, a forma como está na relação e o que pretende da mesma. Quais os limites que sente que estão a ser ultrapassados? Já conversaram sobre possíveis mudanças? O que sente ser fundamental para o seu bem-estar?

Texto inspirado em vários artigos retirados da internet

O impacto das primeiras impressōes


"É mais fácil ensinar algo do que fazer alguém esquecer alguma coisa."

Autoria desconhecida

O que é melhor?


"A melhor rede social ainda é a mesa rodeada de amigos."
Autoria desconhecida

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Porquê fazer Orientação Vocacional?

 

Porquê fazer Orientação Vocacional?

Sente-se...
Confuso, indeciso, que precisa de mais informações, que necessita de uma segunda opinião... em relação ao seu futuro profissional!

Então precisa de fazer Orientação Vocacional!

Orientação Vocacional é uma viagem ao centro do seu ser, é um processo de auto descoberta de si próprio sobre:
- o que é capaz (aptidões ou competências; pontos fortes, talentos ou dons)
- o que é que sabe (conhecimentos e experiência adquirida anteriormente)
- o que gosta (interesses)
- o que valoriza, o que dá importância (valores)
- quem é (personalidade)
- onde se sente bem (ambiente de trabalho e geografia)
- em que condições de trabalho gostaria de trabalhar
- que salário e nível de responsabilidade pretende alcançar
- o que pretende alcançar no desempenho da sua profissão (propósito ou missão)

Um trabalho de Orientação Vocacional bem efetuado aborda todas as áreas em cima mencionadas.
No fundo, Orientação Vocacional é sobre "encontrar uma vida", um sentido, um propósito, um significado, um objetivo de vida.

É uma descoberta sobre a sua particularidade ou singularidade. "Nenhum empregador quer saber o que o leitor tem em comum com todos os outros. Quer saber o que o torna único e individual. A descoberta dessa singularidade é crucial para encontrar um emprego com significado."

A Orientação Vocacional permite-nos refletir sobre a questão: "O que faço aqui na Terra?"
"Queremos ser felizes. Queremos sentir que viemos a este mundo com um objetivo específico, para fazer um trabalho único que só nós podemos realizar. Queremos saber qual é a nossa Missão?"

Texto inspirado no livro "De que cor é o seu pára-quedas?" de Richard N. Bolles


quinta-feira, 6 de abril de 2017

A forma é mais importante que o conteúdo ou vice versa ?


"Não é tanto o que acontece que importa, mas a forma como reagimos.
Cada um de nós é responsável por todas as suas experiências.
Que crenças sobre si próprio deve alterar para atrair modos mais afetuosos de comportamento?"

Louise L. Hay do livro "Pode curar a sua vida"

sábado, 1 de abril de 2017

Vocação ou Dinheiro?


Vocação ou dinheiro?
O que nos motiva no trabalho?
O que é que é mais importante na escolha de um curso, profissão ou emprego?

Escolha: Dinheiro..., status, segurança profissional
Em tempos de crise, a taxa de  empregabilidade de um curso pesa muito na escolha do mesmo, e consequentemente no desempenho dessa profissão.
Precisamos de dinheiro para viver, para manter ou aumentar a nossa qualidade de vida, para sustentar a nossa família, para cuidar do nosso bem estar e saúde.
Quando ficamos desempregados, pobres, doentes, dependentes, que consequências essa situação terá na nossa vida?

Escolha: Vocação..., paixão, realização profissional
Em tempos de prosperidade, os sonhos, as nossas paixões, a nossa felicidade torna-se preponderante na escolha de um curso que nos proporcione esses elementos, e consequentemente na construção da nossa carreira.
Precisamos de colocar paixão, significado nas nossas escolhas para nos sentirmos vivos, para transcendermos a nossa vida mortal. Precisamos de usar os nossos talentos para tornar a vida mais bela, para sermos únicos e especiais na vida, para melhorarmos a vida dos outros, para deixarmos um legado na vida.
Quando não seguimos a nossa vocação, não usamos os nossos talentos ou dons, que consequências essa situação terá na nossa vida?

Perante a adversidade, as contrariedades da vida, somos testados em termos da nossa resiliência, aceitação, resistência à frustração, determinação, persistência.
Nestas alturas, o que será mais importante nas nossas vidas: vocação ou dinheiro?
Se tivesse no seu leito da morte, preferia ter trabalhado por dinheiro ou por vocação?
Preferia ter trabalhado com foco no presente, no imediato, na cultura fast food (dinheiro) ou com foco no futuro, na transcendência, na cultura espiritualidade (vocação)?

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 31 de março de 2017

Queres almoçar?


Para os portugueses, o momento da refeição é um momento de socialização.
Adoramos sair para almoçar ou jantar com os amigos ou família.
Adoramos comentar com outras pessoas sobre as conversas estabelecidas durante as refeições.
Mas é impressionante como à hora do almoço, as nossas escolhas de companhia para almoço são interessantes de observar.
Interessante, como?
Poderíamos definir a "companhia de almoço" como alguém que:
- diz-nos aquilo que queremos ouvir,
- não resmunga nem se queixa,
- está sempre atualizado,
- podemos mandá-lo calar que não fica chateado ou magoado,
- faz-nos sentir mais acompanhados,
- permite-nos esconder a nossa timidez, ansiedades, medos,
- permite-nos fugir de olhares cruzados de outras pessoas,
- permite-nos fugir das relações pessoais, isto é, evita que tenhamos que falar com outras pessoas.
Afinal foste almoçar com quem?
Fui almoçar com o meu telemóvel.
Dá que pensar!

Autoria: Sandra Mendes

quinta-feira, 30 de março de 2017

Formar, dar forma


Dar formação é um ato de grande responsabilidade.
Dar formação não é apenas o saber saber, isto é, transmitir conhecimentos.
Dar formação é também dar forma, moldar comportamentos, atitudes, posturas quer em termos pessoais quer em termos profissionais, isto é, o saber ser/estar e o saber fazer.
Muitas vezes a formação em sala foca-se tanto no saber saber que se  esquece das outras duas dimensões do saber: do ser e do fazer.
Mas quando a formação se foca apenas na transmissão de conhecimentos e se esses conhecimentos são atualizados,  importantes e válidos, então apesar da formação ser redutora, ela está a cumprir um pouco a sua função.
Agora se os conhecimentos transmitidos são errados ou se não há uma boa articulação entre a teoria e a prática (o saber saber e o saber fazer) então a formação é uma fraude. Em vez de curar, pode matar. Em vez de estarmos a replicar células sãs, estaremos a produzir e a replicar células com defeito. É um ato criminoso. Devíamos estar quietos, para não fazermos asneiras.

Autoria: Sandra Mendes

Defeito: Pontualidade


Defeito: Pontualidade 
Quando temos dificuldade em chegar a horas aos nossos compromissos! 
Quando não conseguimos cumprir prazos! 
Sinceramente, acho que temos um problema. Principalmente, se esse problema afeta outras pessoas. E como vivemos em sociedade e estamos todos ligados, o nosso comportamento afeta sempre as outras pessoas mesmo que indiretamente.
Pode ser complicado alterarmos o nosso comportamento, mas tem tudo haver com força de vontade, com disciplina, com treino.

Autoria: Sandra Mendes

O jogo do empurra


O jogo do empurra.
Ora jogas tu, ora jogo eu. 
O tempo passa e ninguém faz nada. 
A responsabilidade é partilhada, mas morre solteira, pois ninguém presta contas. 
Como sair deste ciclo vicioso? 
Comunicar, falar sobre o que estamos a viver e encontrar soluções para melhorar esta situação.

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 21 de março de 2017

Profissões híbridas



Profissões híbridas...
são profissões que juntam competências de 2 ou mais áreas profissionais.

Por exemplo:
- Coach literário
- Nanomédico
- Produtor de transgénicos
- Engenheiro biomédico
- Agricultor urbano
- Especialista em impressão 3D (impressão de objetos pessoais)
- Designer de jogos
- Técnico de neuroimplantes

segunda-feira, 20 de março de 2017

Os filhos são do mundo


Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autónomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos.

Especialistas ensinaram-nos a acreditar que só esta postura torna adulto aquele bebê que um dia levamos na barriga.

E a maioria de nós pais acredita e tenta fazer isso. O que não nos impede de sofrer quando fazem escolhas diferentes daquelas que gostaríamos ou quando eles próprios sofrem pelas escolhas que recomendamos.

Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!

Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!
Então, de quem são nossos filhos? Eu acredito que são de Deus, mas com respeito aos ateus digamos que são deles próprios, donos de suas vidas, porém, um tempo precisaram ser dependentes dos pais para crescerem, biológica, sociológica, psicológica e emocionalmente.

E o meu sentimento, a minha dedicação, o meu investimento? Não deveriam retornar em sorrisos, orgulho, netos e amparo na velhice?
Pensar assim é entender os filhos como nossos e eles, não se esqueçam, são domundo!

Volto para casa ao fim do plantão,início de férias, mais tempo para os fllhos, olho meus pequenos pimpolhos e penso como seria bom se não fossem apenas empréstimo! Mas é. Eles são do mundo. O problema é que meu coração já é deles. Santo anjo do Senhor...

É a mais concreta realidade. Só resta a nós, mães e pais, rezar e aproveitar todos os momentos possíveis ao lado das nossas 'crias', que mesmo sendo 'emprestadas' são a maior parte de nós !!!



José Saramago

domingo, 19 de março de 2017

Competências a desenvolver pelas escolas




Tony Wagner defende que a escola deve desenvolver sete "competências de sobrevivência" necessárias para que as crianças possam enfrentar os desafios futuros: 
- pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, 
- colaboração, 
- agilidade e adaptabilidade, 
- iniciativa e empreendedorismo, 
- boa comunicação oral e escrita, 
- capacidade de aceder à informação e analisá-la e,
-  por fim, curiosidade e imaginação.

Texto extraído do artigo do jornal Público

sexta-feira, 17 de março de 2017

O que é que fiz de mal?



Estou farta... farta... farta!
Estou cansada... muito cansada!
Estou triste!

Nova situação, novo contexto, novas pessoas, novos comportamentos, outra data e ... 
os problemas repetem-se...
Porquê?

Ainda não aprendi a lição?
Porque tenho de passar por isto novamente?
Será que tenho de mandar tudo às urtigas?
Será que tenho de me deixar de preocupar com os outros?

Pessoalmente, considero-me uma pessoa flexível, tento ajustar o meu comportamento ao grupo. 
Se calhar ajusto o meu comportamento, para não ser rejeitada pelos outros. 
Será isso?
Será que tenho de afirmar a minha personalidade, definir limites para passar a ser respeitada?

Se respeito as pessoas, não mereço respeito por parte das outras pessoas?

Autoria: Sandra Mendes


Aprender, para quê?



"Os analfabetos do século XXI não são aqueles que não sabem ler ou escrever, 
mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender".

Alvin Toffler


quinta-feira, 16 de março de 2017

Para refletir...


"Quanto maior é a rapidez de transformação de uma sociedade, 
mais temporárias são as necessidades individuais."

Alvin Toffler

quarta-feira, 15 de março de 2017

terça-feira, 14 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Morte


Morte...
Estado que nenhum ser pode fugir, após ter nascido.

Na maioria das situações, o nascimento é um motivo de felicidade, de festa.
Mas a morte, é na maioria das vezes percecionada como um momento de dor, de tristeza.

Para quem chega: "Bem-vindo... aproveita os bons e maus momentos, vive cada situação, cada emoção..."
Para quem parte: "Obrigada por teres vivido. Parte em paz e vai para a luz."


Autoria: Sandra Mendes

sábado, 11 de março de 2017

Se eu tivesse dito...


“Para que serve o arrependimento, se isso não muda nada do que se passou? 
O melhor arrependimento é, simplesmente, mudar”.
José Saramago

sexta-feira, 10 de março de 2017

Mais palavras para quê?


"Aprendi a não tentar convencer ninguém. 
O trabalho de convencer é uma falta de respeito, 
é uma tentativa de colonização do outro."
José Saramago