terça-feira, 2 de agosto de 2011

Se demasiadas pessoas forem excepcionais, ser excepcional torna-se vulgar?




Um general de quatro estrelas estava a fazer uma visita à empresa que tinha sido contratada pelo exército para executar um grande contrato de defesa.
Apesar das garantias do gestor de que este projecto em particular seria concluído a tempo, o general sentia que a equipa do gestor não estava 100% empenhada no trabalho. Argumentou que deviam permanecer nos postos de trabalho e “fazer o que fosse preciso” para atingir os objectivos, mesmo que isso significasse trabalhar muito mais horas, passar mais tempo longe de casa e da família e colocarem-se numa situação de ainda mais pressão pessoal e stress. O general disse ainda que via a gestão de pessoal como comer bacon e ovos ao pequeno-almoço. A galinha “estava envolvida”; o porco estava “empenhado”.
O gestor sorriu e disse: “Bem, lá isso é verdade, geral — mas o porco está morto e a galinha continua a pôr ovos. Eu quero que o meu pessoal continue “envolvido”!”
O general cedeu, e o projecto foi concluído a tempo.

Fonte: “Supercoach”, de Michael Neill, Livros d´Hoje, 2011

“Roma e Pavia não se fizeram num dia. Se assim fosse, tínhamos contratado os empreiteiros deles.” — Conteúdo de um cartaz afixado no exterior do Aeroporto Logan em Boston, durante quase sete anos.

1 comentário:

Sr. Matumbo disse...

Bom dia Sandra.
Em relação ao título penso que sim. E ser-se básico nos nossos dias é mau. Muito mau. Ainda por cima parece que as crianças já nascem a saber tudo.